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2009/09/27
E o vencedor é...
...o Partido Socialista, mas sem maioria absoluta! E o PSD possivelmente abaixo dos 30%... um desastre e uma noite de facas longas!
As minhas previsões
O Socrates vai ganhar e com maioria absoluta, talvez à tangente.
Não o pensava até ao final da tarde, mas depois de saber que o PS ganhou ao PSD em Figueiredo, Guimarães, um bastião do PSD, então o cenário mais provável é esse.
Nada que não fosse expectável em função dos dias de campanha eleitoral e do efeito "Cavaco" no caso da espionagem política, bem como da campanha fraca e sem chama que Manuela Ferreira Leite protagonizou.
Espero estar enganado. E espero que o PS não fique refém do BE ou do PCP, isso era muito mau para o país.
Nos últimos 14 anos, o PS governou 11,5 anos. Espero que não tenha mais 4 anos para continuar a degradar o país como o fez até agora...
Não o pensava até ao final da tarde, mas depois de saber que o PS ganhou ao PSD em Figueiredo, Guimarães, um bastião do PSD, então o cenário mais provável é esse.
Nada que não fosse expectável em função dos dias de campanha eleitoral e do efeito "Cavaco" no caso da espionagem política, bem como da campanha fraca e sem chama que Manuela Ferreira Leite protagonizou.
Espero estar enganado. E espero que o PS não fique refém do BE ou do PCP, isso era muito mau para o país.
Nos últimos 14 anos, o PS governou 11,5 anos. Espero que não tenha mais 4 anos para continuar a degradar o país como o fez até agora...
Abstenção
Pela primeira vez desde que tenho capacidade eleitoral, não votei em Legislativas. Desde 1991, nas Legislativas que deram a 2ª maioria a Cavaco Silva, que nunca faltei a Legislativas, Autárquicas, Europeias, Presidenciais ou Referendos. Até este ano, quando falhei tambem as Europeias, sempre cumpri com o dever cívico. Por estar em Angola e não me ter recenseado no consulado de Benguela, falhei.
Mas não irei falhar as Autárquicas, pois estarei em Portugal nesse dia.
Em todo o caso, se votasse não iria contribuir com o meu voto para nennhum partido, a exemplo do que aconteceu em 2005, quando votei em branco. E 4 anos depois, continuo a entender que nenhum candidato merece (ou mereceria) o meu voto.
Assim, a abstenção continua a ser elevadíssima. Para o que contribui, quanto a mim, alguns factores de forma cumulativa. Desde logo, as fracas campanhas eleitorais, onde se perde tempo com o acessório (os fait-divers, os insultos, os incidentes) e pouco ou nenhum com o essencial (as ideias, as políticas, as promessas). Depois, a enorme emigração registada nos ultimos 4 anos que levou centenas de milhares de portugueses e eleitores para o estrangeiro. Também a falta de depuração de cadernos eleitorais aumenta a abstenção artificialmente, deixando mortos tempo de mais lá, não mudando em tempo util os eleitores que mudaram de residencia, etc. Por útlimo, a falta de utilização de novas tecnologias para melhorar os cadernos eleitorais e para permitir o voto à distancia, o voto on-line.
Tudo junto, dá este cenário de mais de 1/3 dos eleitores dos cadernos eleitorais não votarem, o que é muito.
Mas não irei falhar as Autárquicas, pois estarei em Portugal nesse dia.
Em todo o caso, se votasse não iria contribuir com o meu voto para nennhum partido, a exemplo do que aconteceu em 2005, quando votei em branco. E 4 anos depois, continuo a entender que nenhum candidato merece (ou mereceria) o meu voto.
Assim, a abstenção continua a ser elevadíssima. Para o que contribui, quanto a mim, alguns factores de forma cumulativa. Desde logo, as fracas campanhas eleitorais, onde se perde tempo com o acessório (os fait-divers, os insultos, os incidentes) e pouco ou nenhum com o essencial (as ideias, as políticas, as promessas). Depois, a enorme emigração registada nos ultimos 4 anos que levou centenas de milhares de portugueses e eleitores para o estrangeiro. Também a falta de depuração de cadernos eleitorais aumenta a abstenção artificialmente, deixando mortos tempo de mais lá, não mudando em tempo util os eleitores que mudaram de residencia, etc. Por útlimo, a falta de utilização de novas tecnologias para melhorar os cadernos eleitorais e para permitir o voto à distancia, o voto on-line.
Tudo junto, dá este cenário de mais de 1/3 dos eleitores dos cadernos eleitorais não votarem, o que é muito.
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