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2011/05/20

Dublin: a final da Liga Europa

Foi um dia longo, mas muito satisfatório. E que não mais esquecerei.

Porque sempre foi um sonho ir ver o FC Porto jogar ao estrangeiro, mais ainda, ir jogar uma final europeia. E na companhia do meu pai. Sonho esse que cumprimos agora. Vendo o FC Porto ganhar a sua 4ª final europeia em 5 disputadas, um registo excelente.

Foram 24 horas intensas. Desde que acordei às 4h30 da manhã de dia 18 até que me deitei às 4h30 da manhã do dia 19, viajamos para Dublin, demos uma volta pela cidade, encontramos conhecidos, assistimos ao jogo e regressamos.

E assistir ao jogo, o momento alto, foi único. O momento do golo foi comemorado durante largos minutos. Berros, saltos, abraços, lágrimas, risos, tantas emoções num momento só. Não me lembro de ter vibrado com um golo como desta vez!

O resto, é história.

André Villas Boas treinou e orientou a equipa rumo à vitória, curta mas suficiente, por 1-0 com o golo do inevitável Falcao, aos 44 minutos, após centro do Guarin.

Assistiram ao jogo 45.391 espectadores, eu e o meu pai incluídos!

O FC Porto alinhou de inicio com:
Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi, Álvaro Pereira; Fernando, Guarín, João Moutinho; Hulk, Falcao e Varela.
Substituições: Guarín por Belluschi 73m, Varela por James Rodriguez 79m
Não utilizados: Beto, Maicon, Souza, James Rodriguez, Rúben Micael, Belluschi e Walter.









2011/05/17

Quase de partida para Dublin

Não vejo a hora de estar lá!

Terra dos U2. Que se eternize também na história do FC Porto!

2011/05/16

Em estágio para Dublin

É nesta quarta-feira que vou à Irlanda cumprir vários sonhos numa só viagem: ver o FC Porto jogar no estrangeiro, assistir a uma final europeia do FC Porto e poder fazê-lo ao lado do meu pai.

Em 1984 e 87 era ainda muito miúdo para o fazer.

Em 2003 e 2004 não consegui tratar das coisas, na altura a internet ainda não permitia aceder a toda a informação nem as compras on-line estavam tão avançadas como hoje em dia, pelo que na agência de agência de viagem, a Cosmos, que me pôs em lista de espera e não chamou (talvez porque não era, e continuo a não ser, cliente deles) e como tal falhei ambas as finais.

Mas desta vez, não podia falhar. E consegui, depois de pesquisar e contactar vários canais, acabei por conseguir quer os bilhetes (via Casa do FC Porto em Guimarães, através do meu pai), quer as viagens (via Agência Abreu).

Apesar de caro, é um sonho que se concretiza. E concretizar sonhos, fazer deles realidades, muitas vezes não tem preço...

2011/05/06

Que orgulho tão grande!



Ser adepto do FC Porto é, nos últimos 30 anos, um imenso e enorme orgulho. Campeonatos, taças europeias, um palmarés digno de registo e que nestes últimos anos só encontra comparação em clubes como Barcelona, Manchester ou Milan, dos quais se relevam os factos de ser dos clubes com mais participações na Liga dos Campeões (apenas falhou 2 vezes, mas em ambas chegou à final da outra competição, tendo já vencida uma delas...) e é um dos 4 clubes presente em 3 finais europeias nos últimos 10 anos (juntamente com Barcelona, Manchester e Milan) para além de ser o clube da Europa que mais títulos conquistou este milénio.

Agora só falta cumprir um sonho: estar presente a 18 de Maio em Dublin! A ver se consigo assistir à final com o meu pai ao lado...

Palavras, para quê? Um imenso orgulho azul e branco...

2011/03/18

Abril, jogos mil...

Depois de ontem assegurar num jogo que ganhou na primeira jogada (livre aos 50 segundos marcado por Hulk para a baliza, num misto de cruzamento-remate) e após o jogo deste fim de semana, o mês de Abril tem já garantidos 7 jogos (de 3 de Abril a 1 de Maio) e poderá ter mais outro, a 28 de Abril, nas meias finais da Liga Europa se ultrapassar a 2ª leva de moscovitas...



É evidente que num plantel extenso, com uma equipa técnica numerosa e com dirigentes habituados a ganhar constantemente, é muito dificil saber de quem são os maiores méritos da boa época até ao momento.

Mas de uma coisa eu sei.

Se o mês de Abril se saldar num sucesso (como acredito que venha a ser) então sei que claramente muito do sucesso será de um homem, que não gostando de se individualizar, pela competência que tem mostrado, é credor disso: André Villas Boas.

Claramente ele é a grande diferença para a época passada. É o "plus" que faltava à equipa, à organização.

É metódico, planeado e no banco mostra bom serviço - ainda ontem, por exemplo, ganhou o jogo em vez de empatar porque soube lançar os suplentes certos nas alturas certas, refrescando a equipa e dando peso nos sectores e faixas necessárias para segurar os russos. E muitos jogos este ano foram ganhos assim, com mexidas estratégicas.

Estou confiante para o mês de Abril. Que venha a Académica e a paragem por causa da Selecção, porque o mês mais importante da época está a chegar...

2010/12/09

Gato por lebre

O comentário de hoje do Jorge Maia d'O Jogo explica bem a diferença do que tem sido a campanha europeia dos representantes portugueses na Liga dos Campeões este ano e a que foi a do FC Porto ao longo desta década.

Aliás, até a questão de alguns clubes nem sequer serem cabeças de série na Liga Europa, segunda divisão europeia, mostra a diferença entre um FC Porto de exportação e os outros clubes de consumo interno...

"Nas últimas quatro temporadas, entre 2006/07 e 2009/10, o FC Porto garantiu quatro vezes o apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Em duas ocasiões assegurou o primeiro lugar durante a fase de grupos, sendo que, nesses casos em concreto, teve de enfrentar equipas como o Liverpool, o Marselha e o Besiktas ou o Arsenal, o Dínamo de Kiev e o Fenerbahçe. Provavelmente, foi a aparente facilidade com que o FC Porto assegurou esses apuramentos que levou os responsáveis do Benfica a apontar à conquista da Liga dos Campeões já este ano. Em Portugal, nenhum dirigente de nenhum clube grande pode admitir que aquilo que é fácil para os outros possa ser difícil para os seus. Entretanto, o tempo, como sempre, tratou de colocar as coisas no seu lugar, e as competições europeias, com o distanciamento que impõem, voltaram a mostrar que há uma diferença muito grande entre a lebre que por cá se vai vendendo e o gato que lá por fora, sem desculpas nem álibis, deixa o rabo de fora."

2010/12/03

Ave de rapina

Falcao é, de longe, o melhor ponta de lança a actuar em Portugal e será o melhor que por cá passou desde que o Jardel, quer com a camisola do FC Porto, quer com a camisola do Sporting, assombrou defesas.



Este Falcao, por incrível que pareça, não tem nenhuma das qualidades que os grandes goleadores têm. É baixo, não é muito forte fisicamente, não é muito veloz e não tem uma técnica acima da média. No entanto, tem o que em poucos jogadores vi: o instinto de estar no sitio onde a bola vai estar. Bobby Robson chamava-lhe o "killer instinct" e com razão, é o instinto de matador, de finalizador nato. Veja-se o jogo de ontem em Viena, com condições perfeitamente aberrantes e anormais de jogo, e que soube estar no local onde a bola caiu, soube acreditar no erro do adversário, soube ser eficaz e simples e saiu em glória com um jogo para nunca mais esquecer.

Como ontem disse, Falcão é uma ave de rapina. O nosso Falcao é uma ave de rapina polar - analogia ao estado do relvado ontem mas também à frieza com que joga e finaliza...