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2013/05/04

Macau [13] - Passeios de Macau

Esta é outra das heranças culturais que deixamos em Macau: a arte da calçada à portuguesa, bem trabalhada, que preenche milhares de metros quadrados das ruas e passeios de Macau, nas suas zonas mais nobres.

O passeio "onda" do Largo do Senado
Desde a clássica "onda" que preenche a praça de Senado (mas não só, estendendo-se pelo Largo e rua de S, Domingos) até aos passeios de praças, largos, ruas e avenidas como a Sé, Almeida Ribeiro, Praia Grande, Infante D. Henrique ou D. João IV, entre tantos outros locais, em todo o lado, aos nossos pés (literalmente) temos a nossa calçada bem executada e preservada.
E com motivos geométricos abstractos, tradicionais, mas também com muitos motivos marinhos, tão típicos da nossa cultura e decoração arquitectónica histórica.
Tenho me divertido muito a registar os motivos que tenho encontrado pelo chão de Macau, nem sempre fácil de fotografar devido à enorme densidade populacional que ocupa as ruas de Macau durante o dia, tendo já registado mais de uma dúzia de motivos diferentes (ver no Instagram ou no Facebook).

Deixo aqui alguns:

Doze dos motivos que encontrei nos passeios: animais do mar, vegetação, barcos e instrumentos ligados à coisa náutica...



2012/03/27

Mies Van der Rohe, 126 anos de boa arquitectura

Infografia de excelente qualidade sobre os 126 anos do nascimento de Mies Van der Rohe, clicar para aumentar.

Retirado de Archdaily.

2011/12/20

A Linha de Rumo já é motivo de estudo!

Foi com imensa curiosidade que abri o email do amigo André Saretto que, há algumas semanas atrás, me solicitou a colaboração para responder a uma entrevista para realizar um trabalho no âmbito de uma cadeira do seu curso de Comunicação Social.

E, para minha grata surpresa, este blog foi, afinal, o tema do trabalho - eu pensava que era apenas uma parte do estudo.

Entre milhares (milhões?) de blogs, este amigo escolheu o meu para tema de um trabalho universitário! Que honra!

Quem o quiser ler, fica abaixo o link para o trabalho da autoria de Alissa P. Queiroz, André Saretto, Camila CysneirosJoão Pedro Vieira de Brito, para o Departamento de Jornalismo e Editoração, da Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo.





2011/11/26

José Gurvich

Graças à recente incursão uruguaia da Sara, fiquei a conhecer um pintor que desconhecia e que fiquei a apreciar bastante.

Fragmento de "Homenagem ao Kibut"
José Gurvich, assim se chama, é uruguaio mas nascido na Lituânia (fiquei também a saber que lá no Uruguai há uma enorme comunidade de descendentes dos países bálticos) e foi um artista plástico e pintor que esteve pela Europa vários anos a partir dos anos 50, passando ainda por Israel (o que influenciou muito o seu trabalho)  tendo ainda trabalhado com Gaudi na famosa Igreja da Sagrada Familia de Barcelona (fez os vitrais) e, pelo que pude aperceber-me, foi muito influênciado por artistas como Picasso ou Miró, tendo uma linguagem ainda próxima em certas obras daquela que a "nossa" Vieira da Silva.

"Januca"
A exposição actual, "Los Universos Judíos de José Gurvich", é muito interessante e apresenta obras de grande qualidade.

Vale a pena visitar, pelo menos virtualmente, no Museu Gurvich.

2011/11/23

Da Arquitectura Popular em Portugal

Capa do 1º dos meus 3 volumes da 3ª Edição,
da Arquitectura Popular Portuguesa, 1988
No meio de pesquisa de soluções para um caso "bicudo" que tenho em mãos, lembrei-me deste famoso livro que resultou do Inquérito à Arquitectura Popular em Portugal e de procurar nas "raízes" profundas populares aquilo que não encontrava no esquisso.

E vai daí, sendo possuidor de um exemplar da 3ª edição de 1988 da ainda Associação de Arquitectos Portugueses, reparei ao abrir e folhear o livro que o mesmo está a fazer 50 anos da sua primeira edição e lembrei-me que ainda há dias houve um programa na TSF (programa "Encontros com o Património") sobre o assunto.

Vai daí, pesquisei sobre isto e encontrei muito e bom material sobre o assunto.

Desde logo, a reportagem que a TSF emitiu (com cerca de 40 minutos, com a presença do actual bastonário da OA, João Belo Rodeia, Manuel Graça Dias e Francisco da Silva Dias, do antropólogo João Leal e que pode ser ouvida aqui) é uma excelente peça e que me fez lembrar algumas das aulas que tive logo no primeiro ano do curso, pois o meu professor da principal cadeira (Projecto) foi um dos participantes deste trabalho, o Arq. Carlos Carvalho Dias - como dizem na reportagem, foi um dos "esgalhantes" da zona de Trás-os-Montes e que tantas vezes nos falou sobre esta obra.
Edição de 2004
da Ordem dos Arquitectos
na Bertrand

Depois, no blogue "Do Porto e não só" uma extensa e bem documentada fotograficamente e incluindo uma reflexão profunda sobre o assunto e as suas consequências que vale a pena ler e ver.

Também no mais antigo (e infelizmente descontinuado) blogue "O Projecto" o assunto foi abordado, mas neste apenas num contexto mais limitado e reflexivo a partir das introduções/prefácios das 1ª e 2ª edições do livro.

Encontrei ainda na Bertrand à venda (quer dizer, não está à venda porque diz estar esgotado/indisponível) por 106,00€ uma edição mais recente, de 2004, já pela Ordem dos Arquitectos, do que penso ser a última vez que esta obra foi impressa.

A 1ª edição do livro de 1961
na Livraria Manuel Santos
Por último, e como curiosidade, encontrei num famoso alfarrabista do Porto, a Livraria Manuel Santos (artigo n.º 5132) à venda uma 1ª edição de 1961 (editada pelo então Sindicato Nacional dos Arquitectos) por uns "módicos" 175,00€.

Resta-me dizer que aguardo impaciente que a Ordem dos Arquitectos coloque on-line a extensa documentação que tem em mãos, um enorme espólio fotográfico, desenhado e de textos/anotações que os participantes deixaram e que nunca foi publicado - segundo nos dizem na reportagem da TSF, a grande maioria da documentação não foi editada e com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian poderá ver agora, finalmente, a luz do dia.

A parte engraçada (ou não...) é que no final disto tudo, o problema bicudo que tinha para resolver continua por lá com uns bicos bem pontiagudos! Vamos ao trabalho, ainda tenho muito para "esgalhar" - e que saudades que eu tinha desta expressão que tanto usávamos nos tempos universitários!

2011/09/05

Freddy Mercury, 65 anos


Se fosse vivo, faria hoje 65 anos. Nascido Farrokh Bulsara na antiga Zanzimbar, hoje na Tanzania, antiga colónia inglesa, foi como Freddy Mercury que ficou conhecido para o mundo inteiro enquanto líder da banda Queen e autor de diversos hinos como "We Are The Champions", "Bohemian Rhapsody" ou este "Somebody To Love" entre tantas, tantas outras músicas que nos ficam na memória e no ouvido. Eu gostava muito da música dele e de o ver em palco - nunca o vi ao vivo, evidentemente, mas os concertos dele na TV são memoráveis! A minha homenagem fica aqui, em conjunto com o Doodle da Google de hoje, muito bom!

2011/06/08

Linha de Rumo Mobile



Com o evoluir das plataformas de suporte dos blogues, este tem vindo a ajustar-se com o tempo.
Assim, é agora possível visualizar esta Linha de Rumo na sua versão para telemóveis.

No telemovel basta procurar pelo endereço do costume, http://linhaderumo.blogspot.com .
Para uma previsão da página que lá poderão ver, cliquem aqui.

2011/05/11

Construção sustentável - cidades mais inteligentes

Uma iniciativa Construção Sustentável conjunta com a Ordem dos Engenheiros (Norte) organizou ontem, no auditório do Museu D. Diogo de Sousa, em Braga, um seminário dedicado a este tema que se revelou extremamente interessante.

Durante cerca de 2,5 horas ouvimos vários oradores a falarem sobre este tema cada vez mais premente na organização das cidades onde vivemos, trabalhamos e passamos 90% do nosso tempo.



Da sessão de ontem em Braga o que mais me marcou foi a apresentação de Antonio Pires dos Santos, da IBM, que apresentou uma excelente intervenção sobre a gestão de sistemas de sistemas de informação, ou seja, sobre a rede de sistemas de informação que uma cidade dispõe e como os gerir de forma a tirar o maior proveito delas - evidenciando, para o efeito, o trabalho da sua empresa, como é lógico. Dos temas que abordou, destaco o Smart Grid Maturity Model apresentado para a gestão dos sistemas de electricidade (também o há para as cidades) e que permite avaliar em cada momento a maturidade da rede. Um conceito muito interessante e passível de grande aproveitamento ao nível das autarquias para optimizarem a conjugação de redes (de transportes, comunicações, dados, geo-localização, emergência, etc).
Deixo ainda o link de um interessante documento sobre SGMM em PDF no Scribd.

Alguns dados apresentados pela ADENE também foram interessantes, por mostrar a validade e melhoria que o sistema de certeficação energética pode trazer ao mercado de construção. Senão, pense-se que da análise dos Certificados Energéticos já emitidos sobre edifícios existentes detectou-se que as piores classificações referem-se ao edificado nos anos 70. E que constata-se ainda que 63% da globalidade dos edifícios existentes certificados são de categoria C ou inferior (isto é, são fracos do ponto de vista do desempenho energético) e que se fossem levadas a cabo as medidas propostas para eles de melhoria constantes nos certificados energéticos então mais de 80% deles seria de categoria B- ou superior (o que significa que estariam ao nível dos edifícios novos).

Foi por isso uma sessão muito interessante. E com muitas pistas e ensinamentos para o futuro.

2011/04/18

Albatroz engaiolado

Descobri, através da Sara, o blog "Caged Albatross" de um português radicado no estrangeiro à tantos anos quantos os que eu ando neste mundo.



Um blog muito interessante, com uma leitura extremamente cativante. E com uma escrita deveras inteligente e analítica, aos olhos de quem nos vê de fora que é sempre bem melhor do que quem analisa de cá, e em partícular uma série de 9 artigos onde descreve o fim desta 3ª República. Que seguiu, sem grandes diferenças, a via das duas anteriores e terminando em colapso financeiro.

Só me falta ler agora como poderemos fundar a 4ª República. Porque as anteriores nasceram de revoluções e não me parece que desta vez isso seja possível. Mas que venha ela rapidamente, que sejam revistos a Constituição e os organismos de Estado, que seja redesenhado o mapa administrativo do país. Porque se isso não for feito, é certo para mim que a terceira falência do país desde 1978 não será a última...

2011/03/27

O abismo (para reflectir)

Pacheco Pereira, no Abrupto, escreveu um curto texto mas muito interessante.

Para reflexão, quer do país, quer do PSD.



"Um dos poucos provérbios verdadeiramente universais começou em latim: abyssus abyssum invocat. Embora muita gente pense que este provérbio faz parte daquela massa de sabedoria greco-romana que nos chegou condensada, a frase tem origem num Salmo e é da Bíblia em latim, a Vulgata, também uma das fontes da sabedoria ocidental, com um toque de helenismo oriental. Pouco importa a origem, a sua lição está em todas as línguas: “um abismo atrai outro”, “l'abîme appelle l'abîme”, “el abismo llama al abismo”, “l’abisso chiama l’abisso”. E os rifonários associam este provérbio a outros: “uma desgraça nunca vem só”, “misfortunes never come singly”, “una desgracia nunca viene sola”, "le disgrazie non vengono mai sole”, entre outros.

Na tradução clássica em inglês da “King James Bible”, em vez de “abismo” temos “profundezas”, “inferno”, o que é mais próximo do sentido original, mais grego que latino. Mas a chave de tudo é o “invocat”, “calls”, “chiama”, “apelle”, “llama”, “atrai”, “chama” - o abismo chama, melhor, o abismo seduz. A frase, um verdadeiro teasing à nossa cabeça, uma frase que faz pensar, devia estar hoje inscrita por todo o lado, nas ruas, nas praças, a fogo para se ver de noite: portugueses, aqui está o abismo, aqui está o inferno, aqui estão as profundezas, não vos deixeis fascinar pelo tenebroso caminho com que o inferno nos seduz. Ganância, superficialidade, desespero, fuga em frente, irresponsabilidade, pequenos interesses, tudo leva a que muitos dancem nas bordas esfareladas do abismo. É só uma questão de tempo até caírem.

José Sócrates e o PS foram os grandes escavadores do abismo. Não fizeram outra coisa nos últimos seis anos, com ajuda de outros escavadores nos últimos quinze. O gigantesco buraco que escavaram ficou a olhar para cima com uma pantagruélica, incomensurável boca, na qual um dente de falso ouro, engana os que o olham de cima, atraídos pela luz escassa, que ilude o escuro das profundezas. Luz que parece prometedora, a luz do poder. Também já foi dito: quando alguém olha para o abismo, o abismo olha também de volta. Invocat. Chama. E O PSD atirou-se, iludido pelo falso ouro, e pelas vozes. Duvido que alguém saiba muito bem o que está lá no fundo. No inferno."

2011/02/27

2000



O Expresso faz este fim de semana a sua impressão número 2000, 38 anos de idade (1973-2011) que é também a minha (apesar de eu ter nascido em 1972).

Como é evidente, não sou leitor desde a primeira edição, como fui do Público. Mas lembro-me de bem míudo ver lá por casa o Expresso e ainda adolescente não prescindir da sua leitura.

Lembro-me das edições ao kilo! Da introdução do saco de plástico para as carregar. Da concorrência do Independente e do Semanário, que não lhe sobreviveram.

Lembro-me dos excelentes artigos de arquitectura que a revista trazia, únicos num panorama editorial nacional.

Lembro-me até da edição 1000 - provavelmente, até poderá estar guardada algures no meio das minhas tralhas na garagem ou na casa dos meus pais...

Muito do que penso, do que sou politicamente e da pessoa que hoje sou devo-o ao Expresso.

Desta semana, para guardar e recordar, a revista especial comemorativa. Muito boa.

Parabéns e obrigado, Expresso.

2011/02/17

Memórias de Araduca

Foi por acaso, enquanto pesquisava e lia alguma documentação relativa ao Plano de Urbanização de Guimarães, que deparei com o interessante blog do meu "vizinho" António Amaro das Neves.



Gostei e aconselho a leitura, quer pelo prazer de descobrir pequenas histórias e pormenores vimaranenses que ele tão bem conhece e tem estudado, quer pelas imagens de fotos, quadros, mosaicos e outras peças antigas que lá tem estampado que valem, por si só, uma visita também.

Memórias de Araduca, a memorizar e não esquecer de visitar com regularidade.

2011/01/10

CEC2012 no NYT

O prestigiado New York Times, na sua secção de viagens, colocou Guimarães como uma das 41 viagens ideais a fazer em 2011.



O relevante da noticia está, como é evidente, nesta surpreendente nomeação para este ano. No próximo ano não surpreenderia tanto, em virtude de ser Capital Europeia da Cultura.

Mas as boas noticias acabam aí. O reconhecimento e incentivo de um dos maiores e mais prestigiados jornais do mundo é bom, mas logo na noticia começam as coisas más.

Antes de mais, a dupla existência de um site da CEC2012. Temos o .com e o .pt e, logicamente, os americanos procuraram e linkaram o primeiro, que apenas nos mostra uma imagem do Paço dos Duques de Bragança e um calendário decrescente, sem qualquer link ao domínio português. Já o domínio português mostra um site tradicional para o efeito. Claro que dos milhares de potenciais leitores que visitaram o site .com, já está a perder visitantes por isso...

A seguir, quando os potenciais visitantes, mais insistentes, procurem no Google ou noutro motor de pesquisa mais sobre Guimarães, nomeadamente sobre alojamentos, vão facilmente perceber a escassez de locais de estadia aqui e a inexistência de um hotel de 5 estrelas, que os irá empurrar com a maior naturalidade para Braga e Porto, perdendo por isso a cidade boa parte das receitas que vão ser geradas com a CEC2012. É urgente que Guimarães conquiste novos hotéis para servir esse acontecimento único... É que segundo o site da própria Câmara Municipal, há neste momento apenas 323 quartos de hotéis, 67 quartos nas pousadas históricas, 106 quartos de pensões e 29 quartos em Turismo Rural e de Habitação, para um total de 525 quartos no concelho, o que significa que a cidade apenas poderá acolher pouco mais de 1000 pessoas por dia...

Parece-me que Guimarães está a trabalhar para ter uma CEC2012 interessante do ponto de vista da programação, mas parece-me também que o trabalho de promoção no estrangeiro e especialmente o de recepção de visitantes no maior numero possível, de forma a reter na cidade as verbas que estes vão gastar em alojamento, alimentação e compras está a ser descurado. Basta pensar que com pouco mais de 1000 pessoas por dia alojadas nem 400 mil visitantes poderão cá ser alojados ao longo de 2012, sendo que me lembro de ouvir recentemente uma estimativa da organização superior a um milhão de visitantes para as actividades a decorrer ao longo da CEC2012...

2010/12/21

Solstício de Inverno

A 4 dias do Natal, a festa pagã acolhida pela Igreja Católica, hoje é o mais curto dia do ano.



O que é bom para os notivagos pois segundo o Público de hoje, os mais inteligentes são os que se deitam tarde, logo hoje como o dia termina cedo, todos seremos um pouquinho mais inteligentes...

2010/12/09

Gato por lebre

O comentário de hoje do Jorge Maia d'O Jogo explica bem a diferença do que tem sido a campanha europeia dos representantes portugueses na Liga dos Campeões este ano e a que foi a do FC Porto ao longo desta década.

Aliás, até a questão de alguns clubes nem sequer serem cabeças de série na Liga Europa, segunda divisão europeia, mostra a diferença entre um FC Porto de exportação e os outros clubes de consumo interno...

"Nas últimas quatro temporadas, entre 2006/07 e 2009/10, o FC Porto garantiu quatro vezes o apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Em duas ocasiões assegurou o primeiro lugar durante a fase de grupos, sendo que, nesses casos em concreto, teve de enfrentar equipas como o Liverpool, o Marselha e o Besiktas ou o Arsenal, o Dínamo de Kiev e o Fenerbahçe. Provavelmente, foi a aparente facilidade com que o FC Porto assegurou esses apuramentos que levou os responsáveis do Benfica a apontar à conquista da Liga dos Campeões já este ano. Em Portugal, nenhum dirigente de nenhum clube grande pode admitir que aquilo que é fácil para os outros possa ser difícil para os seus. Entretanto, o tempo, como sempre, tratou de colocar as coisas no seu lugar, e as competições europeias, com o distanciamento que impõem, voltaram a mostrar que há uma diferença muito grande entre a lebre que por cá se vai vendendo e o gato que lá por fora, sem desculpas nem álibis, deixa o rabo de fora."

2010/05/08

Esquissos e sketch's


Diário Gráfico, de Eduardo Salavisa



Urban Sketchers Portugal, de vários autores


Descobri hoje, por acaso, dois blogs de "sketch books" nos famosos Moleskine's e afins, dos quais tenho saudades de praticar, como o fiz nos tempos de estudante. Apesar de estar apetrechado para o efeito, com diversos tipos de "sketch books" A6 e A5, de folha rija e de folha suave e marcadores, canetas e lápis de vários tipos, acabo por mais vezes os usar para tomar notas de trabalho e fazer alguns esquissos de pormenorização de obras que dirijo do que desenhar aquilo que vejo e que tinha vontade de retratar...

Por hoje, ficam os links para eles.

2009/11/17

Click

A minha "amiga virtual" (porque não nos conheçemos que não seja do blog e do msn) Dete (Maria Amorim, a La-Mi-Ré para os amigos que fez no Lobito na sua infancia), e que é fotografa nos tempos livres, finalmente decidiu-se a colocar neste mundo dos blogs algumas das suas (excelentes) imagens.

Parabéns, tem fotos fantásticas, queremos mais destas.

À distancia de um "click"...

2009/10/24

A despedida

Hoje à noite é o jantar de despedida do expat Fernando que dentro de dias regressa a Portugal, em transito para nova aventura no médio oriente, algures no Curdistão e depois na Jordânia.

O Fernando foi daqueles casos de empatia depois de o ter conhecido por cá. Portista como eu, fomos convivendo entre dias de praia no Términus e jantaradas no Simões.

Um bom rapaz que merece a melhor sorte possível nesta nova etapa que vai iniciar.

O blog dele vai acabar, mas espero que em breve inicie outro para que os amigos que aqui (ainda) ficam por Angola possam seguir as suas aventuras no médio oriente...

2009/09/05

Berlim pelo Golias...

...em excelente visitada guiada e comentada, com fotografias muito interessantes.



Aqui, no Coisas do Golias, nos posts em Alexanderplatz, em Olympiastadiom, em Schloss-Charlottenburg e em Berlim.

Ou a sua galeria no Picasa aqui ou ali.

Só uma pergunta, primo: onde está o muro? Parece-me que vou ter de lá ir eu tirar umas fotos... obrigado por me "abrires o apetite" de ir a Berlim!