Parece que nem com a ajuda da TAP na manutenção a coisa vai... ou então já são problemas antigos, afinal o mesmo me aconteceu em 1 de Abril de 2007 e aconteceu novamente em 2 de Abril de 2009 em Luanda na TAP...
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2010/12/06
Nem com a nossa ajuda?
Este avião da TAAG andou a espalhar peças pelos arredores de Lisboa.

Parece que nem com a ajuda da TAP na manutenção a coisa vai... ou então já são problemas antigos, afinal o mesmo me aconteceu em 1 de Abril de 2007 e aconteceu novamente em 2 de Abril de 2009 em Luanda na TAP...
Parece que nem com a ajuda da TAP na manutenção a coisa vai... ou então já são problemas antigos, afinal o mesmo me aconteceu em 1 de Abril de 2007 e aconteceu novamente em 2 de Abril de 2009 em Luanda na TAP...
2009/04/02
Dois anos e um dia
Foi o tempo que passou desde o meu atribulado vôo da TAP a Portugal que me obrigou a dormir uma noite no cómodo aeroporto de Luanda entre outras aventuras...
E não é que hoje tudo se repetiu novamente?
E mais engraçado ainda... Um dos passageiros, o meu amigo aqui do Lobito, o José Simão, voltou a repetir a dose! E dizia-me ele há 2 ou 3 dias atrás: vou voar só no dia 2, não vá o diabo tecê-las... Foi por isso com um sorriso que recebi o telefonema dele hoje pelas 11h da manhã a comunicar o sucedido, nem ele queria acreditar em tamanha coisa.
Felizmente que, para além dos transtornos de tempo e planos que a situação causa, nada de mais grave parece ter acontecido.
Mas já são acidentes a mais em tão curto espaço de tempo...
E não é que hoje tudo se repetiu novamente?
E mais engraçado ainda... Um dos passageiros, o meu amigo aqui do Lobito, o José Simão, voltou a repetir a dose! E dizia-me ele há 2 ou 3 dias atrás: vou voar só no dia 2, não vá o diabo tecê-las... Foi por isso com um sorriso que recebi o telefonema dele hoje pelas 11h da manhã a comunicar o sucedido, nem ele queria acreditar em tamanha coisa.
Felizmente que, para além dos transtornos de tempo e planos que a situação causa, nada de mais grave parece ter acontecido.
Mas já são acidentes a mais em tão curto espaço de tempo...
2009/03/21
Mais vôos da TAP para Angola?
Fazem falta e são bem vindos. Mas uma vez na vida, podiam colocar estes novos vôos para o Porto... Afinal, grande parte dos emigrantes em Angola são do norte - pelo menos diria eu pelo que vejo da minha firma e dos meus conhecidos quase todos de outras firmas aqui no Lobito.
Depois, espero que seja verdade. E se também fosse verdade que o aeroporto da Catumbela deixará de ser militar e passará a ser internacional, também não era mal visto que alguns vôos da TAP futuramente aqui viessem ter... Isso sim, era ouro sobre azul!
Depois, espero que seja verdade. E se também fosse verdade que o aeroporto da Catumbela deixará de ser militar e passará a ser internacional, também não era mal visto que alguns vôos da TAP futuramente aqui viessem ter... Isso sim, era ouro sobre azul!
2007/08/12
Finalmente, em Portugal
Mais de 24 horas depois de sair do Lobito, cheguei finalmente a Portugal para as férias prometidas (e merecidas, digo eu!) que deveriam ter começado a 4 de Agosto.
Mas não foi sem incidentes de percurso, como já começa a ser tradicional.
Tudo decorreu mais ou menos bem até entrar no avião em Luanda, mas aí, devido à entrada de um passageiro doente, numa maca, o avião atrasou-se muito e comecei a perceber imediatamente que poderia perder o meu vôo de ligação ao Porto.
O que não veio a acontecer, pois pedi ao "aeromoço" para fazerem a protecção da minha ligação logo no principio da viagem e antes de aterrarmos fui informado que a minha ligação estava protegida, isto é, que o avião não partiria sem mim!
O problema é que o avião para o Porto sai do mal afamado Terminal 2 da Portela. Verdade seja dita, eu estive lá tão pouco tempo que nem me apercebi dos motivos da má fama. Mas quando cheguei ao Porto e a minha mala, como a de mais uns 30 passageiros, não apareceu no tapete, tendo aparecido umas 50 malas que ninguém levantou, vi logo que estava o caldo entornado.
Depois de quase 1h30 para ser atendido no muito escondido balcão de "perdidos e achados", soube que ontem foram quase 500 pessoas com este problema nos vôos provenientes de Lisboa. Fraco consolo, mas pelo menos percebi porque tem má fama o Terminal 2...
Entretanto, acabaram de me ligar há uns 5 minutos a avisar que a mala já chegou. Não está mal, dormiu no aeroporto em Lisboa e veio no primeiro voo da manha... :)
Enfim, cada vez gosto mais (ao contrário...) de Lisboa. E ainda não consegui perceber porque é que se a Portela está tão congestionada quando se criam novas ligações como é o caso das 3 viagens diárias novas que começaram em Julho para Luanda (agora são 7 vôos semanais contra os 4 anteriores) não vão para o Porto, por exemplo? Esta mania da centralização em Lisboa é terceiro mundista, é retrograda e só serve para justificar os delirios de terem que fazer um novo aeroporto em Lisboa, na Ota, Alcochete ou outro sitio qualquer. Cada vez que passo por Lisboa fico sempre com a sensação que ainda não saí de Angola...
Mas não foi sem incidentes de percurso, como já começa a ser tradicional.
Tudo decorreu mais ou menos bem até entrar no avião em Luanda, mas aí, devido à entrada de um passageiro doente, numa maca, o avião atrasou-se muito e comecei a perceber imediatamente que poderia perder o meu vôo de ligação ao Porto.
O que não veio a acontecer, pois pedi ao "aeromoço" para fazerem a protecção da minha ligação logo no principio da viagem e antes de aterrarmos fui informado que a minha ligação estava protegida, isto é, que o avião não partiria sem mim!
O problema é que o avião para o Porto sai do mal afamado Terminal 2 da Portela. Verdade seja dita, eu estive lá tão pouco tempo que nem me apercebi dos motivos da má fama. Mas quando cheguei ao Porto e a minha mala, como a de mais uns 30 passageiros, não apareceu no tapete, tendo aparecido umas 50 malas que ninguém levantou, vi logo que estava o caldo entornado.
Depois de quase 1h30 para ser atendido no muito escondido balcão de "perdidos e achados", soube que ontem foram quase 500 pessoas com este problema nos vôos provenientes de Lisboa. Fraco consolo, mas pelo menos percebi porque tem má fama o Terminal 2...
Entretanto, acabaram de me ligar há uns 5 minutos a avisar que a mala já chegou. Não está mal, dormiu no aeroporto em Lisboa e veio no primeiro voo da manha... :)
Enfim, cada vez gosto mais (ao contrário...) de Lisboa. E ainda não consegui perceber porque é que se a Portela está tão congestionada quando se criam novas ligações como é o caso das 3 viagens diárias novas que começaram em Julho para Luanda (agora são 7 vôos semanais contra os 4 anteriores) não vão para o Porto, por exemplo? Esta mania da centralização em Lisboa é terceiro mundista, é retrograda e só serve para justificar os delirios de terem que fazer um novo aeroporto em Lisboa, na Ota, Alcochete ou outro sitio qualquer. Cada vez que passo por Lisboa fico sempre com a sensação que ainda não saí de Angola...
2007/04/12
2007/04/05
Voo TP258
Eu estava lá. No voo da TAP que saiu de Luanda no domingo à noite e só na terça de manhã concluiu o seu caminho. O susto foi grande, mas só quando soube o que se passava, porque não me apercebi no momento da explosão/deflagração do motor.
Disseram-me que a partida já foi complicada e que o tempo que estivemos no ar foi apenas para descarregar o combustivel no mar. Não sei, apenas sei que o comandante fez um trabalho fantástico e a restante equipa da tripulação também.
O pior foi depois.
Dormi (?) numa cadeira de metal da sala de embarque, porque não me providenciaram um hotel. Dos quartos de banho nem vou falar... Pelas 3h00 da manhã ainda nos perguntaram os nomes com vista a colocarem-nos em hoteis. Mas nunca mais quiseram saber de nós até às 8h30 da manhã, momento em que nos disseram pelos altifalantes para irmos ao restaurante tomar o pequeno-almoço.
Nunca vi um funcionário da TAP durante o tempo todo. Ou antes, vi, quando saí da sala de embarque e fui, na parte exterior do aeroporto, ao balcão da TAP! Porque nunca a TAP foi falar com os passageiros. Nem apoio, nem uma palavra, nem perguntar se alguém precisava de alguma coisa. Nada!
A meio da manhã, novamente uma recolha de nomes para nos colocarem em hoteis até ao final da tarde, pois então previa-se que o avião que nos traria de volta a Portugal sairia de Luanda pelas 21h00.
Mas só depois das 13h00 surgiu novamente um funcionário da companhia de handling local a chamar os passageiros para os transportar para algubs hoteis. Apenas às 14h00 chegamos ao hotel Presidente Meridian. Apenas às 14h30 almoçei. Apenas às 15h00 me deitei na cama e dormi 3 horas antes de ir para o aeroporto novamente.
E se pensei que tudo estava resolvido, enganei-me.
Estive das 20h00 até às 22h00 na porta de embarque com todos os outros passageiros, de pé, em local pouco arejado e mal ventilado, numa sauna! À espera não sei de quê. A passar sede e fome, cansado de já estar muitas horas nesta situação e mal dormido.
Depois de algumas escaramuças na entrada, finalmente entramos no avião, já depois das 22h00. E finalmente chegamos a Lisboa pelas 6h00 da manhã, mas não acabaram aqui as desventuras.
Pois a TAP não preparou a nossa chegada, isto é, não tinha nada pronto para os transfers dos passageiros que estavam em transito para outros locais, como eu que seguiria para o Porto. Pelo que tivemos de ir para uma fila enorme num balcão congestionado para conseguir um bilhete para o voo seguinte (tanto quem ia para o Porto como quem ia para Londres, pelo menos e pelo que eu me apercebi) que era às 7h45, hora a que consegui o bilhete, o último (ou penultimo) dos que ainda voaram nesse voo (porque alguns ainda ficaram em terra à espera do voo seguinte) que também ele saiu com 25 mimutos de atraso.
O que quer dizer que cheguei ao Porto às 9h05 da manha do dia 3 de Abril, quando deveria ter chegado às 8h30 do dia 2 de Abril, mais de 24 horas de atraso...
O que mais me chateou nem sequer foi o atraso. Foi a maneira como a TAP nos (des)tratou, não nos apoiando nem nos informando de nada, ao contrário do que ia passando nos noticiários em Portugal. O cúmulo terá sido nós assistirmos na sala de embarque à noticia que já estavamos no ar a caminho de Portugal...
A TAP, ao contrário do que divulgou, não nos informava de nada, não estava presente, não deu a cara. Quem o fez foi a empresa GHASSIST, a empresa de handling que opera no aeroporto 4 de Fevereiro em Luanda.
Estou triste com esta situação toda. Até porque muitos estrangeiros que estavam nesse voo chegaram à conclusão que a companhia aérea não estava à altura que uma situação destas exigia. E acabou por ser o país e não apenas a TAP a ficar com o onús de um mau trabalho.
Disseram-me que a partida já foi complicada e que o tempo que estivemos no ar foi apenas para descarregar o combustivel no mar. Não sei, apenas sei que o comandante fez um trabalho fantástico e a restante equipa da tripulação também.
O pior foi depois.
Dormi (?) numa cadeira de metal da sala de embarque, porque não me providenciaram um hotel. Dos quartos de banho nem vou falar... Pelas 3h00 da manhã ainda nos perguntaram os nomes com vista a colocarem-nos em hoteis. Mas nunca mais quiseram saber de nós até às 8h30 da manhã, momento em que nos disseram pelos altifalantes para irmos ao restaurante tomar o pequeno-almoço.
Nunca vi um funcionário da TAP durante o tempo todo. Ou antes, vi, quando saí da sala de embarque e fui, na parte exterior do aeroporto, ao balcão da TAP! Porque nunca a TAP foi falar com os passageiros. Nem apoio, nem uma palavra, nem perguntar se alguém precisava de alguma coisa. Nada!
A meio da manhã, novamente uma recolha de nomes para nos colocarem em hoteis até ao final da tarde, pois então previa-se que o avião que nos traria de volta a Portugal sairia de Luanda pelas 21h00.
Mas só depois das 13h00 surgiu novamente um funcionário da companhia de handling local a chamar os passageiros para os transportar para algubs hoteis. Apenas às 14h00 chegamos ao hotel Presidente Meridian. Apenas às 14h30 almoçei. Apenas às 15h00 me deitei na cama e dormi 3 horas antes de ir para o aeroporto novamente.
E se pensei que tudo estava resolvido, enganei-me.
Estive das 20h00 até às 22h00 na porta de embarque com todos os outros passageiros, de pé, em local pouco arejado e mal ventilado, numa sauna! À espera não sei de quê. A passar sede e fome, cansado de já estar muitas horas nesta situação e mal dormido.
Depois de algumas escaramuças na entrada, finalmente entramos no avião, já depois das 22h00. E finalmente chegamos a Lisboa pelas 6h00 da manhã, mas não acabaram aqui as desventuras.
Pois a TAP não preparou a nossa chegada, isto é, não tinha nada pronto para os transfers dos passageiros que estavam em transito para outros locais, como eu que seguiria para o Porto. Pelo que tivemos de ir para uma fila enorme num balcão congestionado para conseguir um bilhete para o voo seguinte (tanto quem ia para o Porto como quem ia para Londres, pelo menos e pelo que eu me apercebi) que era às 7h45, hora a que consegui o bilhete, o último (ou penultimo) dos que ainda voaram nesse voo (porque alguns ainda ficaram em terra à espera do voo seguinte) que também ele saiu com 25 mimutos de atraso.
O que quer dizer que cheguei ao Porto às 9h05 da manha do dia 3 de Abril, quando deveria ter chegado às 8h30 do dia 2 de Abril, mais de 24 horas de atraso...
O que mais me chateou nem sequer foi o atraso. Foi a maneira como a TAP nos (des)tratou, não nos apoiando nem nos informando de nada, ao contrário do que ia passando nos noticiários em Portugal. O cúmulo terá sido nós assistirmos na sala de embarque à noticia que já estavamos no ar a caminho de Portugal...
A TAP, ao contrário do que divulgou, não nos informava de nada, não estava presente, não deu a cara. Quem o fez foi a empresa GHASSIST, a empresa de handling que opera no aeroporto 4 de Fevereiro em Luanda.
Estou triste com esta situação toda. Até porque muitos estrangeiros que estavam nesse voo chegaram à conclusão que a companhia aérea não estava à altura que uma situação destas exigia. E acabou por ser o país e não apenas a TAP a ficar com o onús de um mau trabalho.
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