Aqui não há blogs não oficiais de super heróis de consola...
Só há a página de candidatura do próximo Presidente da República!
Em http://www.cavacosilva.pt.
2005/10/26
2005/10/25
Fala o Deputado Municipal...
...que sou eu!!!
Estou a brincar... Em todo o caso, a cerimónia nada trouxe de novo, já que em nada inovou (se calhar, também não é possivel inovar) e nem os discursos foram diferentes do costume, com a excepção do PSD e do CDS-PP.
Do PSD porque o Emidio soube analisar muito bem a situação polítca nacional, primeiro, distrital, depois, e por fim transpor isso para a realiadade local, para além de ter dado diversas provas de querer protagonizar uma oposição política séria e credível nas diversas partes do discurso e mesmo na parte de saudar o vencedor das eleições, o PS e o Dr. António Magalhães.
Do CDS-PP porque em vez de falar das coisas do costume, exortou os 139 deputados municipais a usarem do poder com que ontem foram investidos e intervirem nas reuniões e fiscalizarem as actividades do executivo.
Assim, dia 7 de Novembro temos a primeira reunião "a sério", isto é, onde realmente haverá discussão sobre assuntos, nomeadamente sobre a eleição da mesa da Assembleia e sobre o Regimento da Assembleia, que norteia o seu funcionamento.
Estou a brincar... Em todo o caso, a cerimónia nada trouxe de novo, já que em nada inovou (se calhar, também não é possivel inovar) e nem os discursos foram diferentes do costume, com a excepção do PSD e do CDS-PP.
Do PSD porque o Emidio soube analisar muito bem a situação polítca nacional, primeiro, distrital, depois, e por fim transpor isso para a realiadade local, para além de ter dado diversas provas de querer protagonizar uma oposição política séria e credível nas diversas partes do discurso e mesmo na parte de saudar o vencedor das eleições, o PS e o Dr. António Magalhães.
Do CDS-PP porque em vez de falar das coisas do costume, exortou os 139 deputados municipais a usarem do poder com que ontem foram investidos e intervirem nas reuniões e fiscalizarem as actividades do executivo.
Assim, dia 7 de Novembro temos a primeira reunião "a sério", isto é, onde realmente haverá discussão sobre assuntos, nomeadamente sobre a eleição da mesa da Assembleia e sobre o Regimento da Assembleia, que norteia o seu funcionamento.
2005/10/24
Tomada de posse da nova Assembleia Municipal
É hoje, daqui a momentos, no novel Centro Cultural de Vila Flor.
Tendo sido eleito (juntamente com os cósmicos amigos Pires e Xana pelo PSD e Xavier pelo PS) vou iniciar uma nova etapa na minha participação civica e política local, depois da experiencia na Assembleia de Freguesia de S. Sebastião no já longinquo ano de 1997.
Tendo sido eleito (juntamente com os cósmicos amigos Pires e Xana pelo PSD e Xavier pelo PS) vou iniciar uma nova etapa na minha participação civica e política local, depois da experiencia na Assembleia de Freguesia de S. Sebastião no já longinquo ano de 1997.
2005/10/21
Abrir caminhos à esperança...
Esta foi a frase que mais me marcou na apresentação da candidatura à presidência do Prof. Cavaco Silva.
Gostei do discurso, centrado nas pessoas e na mudança de expectativas perante a actual situação depressiva em que nos encontramos. Confesso que eu próprio, optimista por natureza, ando meio "deprê"! Só mesmo a candidatura do Professor é que será capaz de me animar um pouco e só mesmo a sua vitória é que me dá a expectativa que efectivamente será possivel alterar o rumo deste país...
Gostei muito também da frase final, onde da forma mais clara possivel demonstra o espirito positivo da sua candidatura: não se candidata contra ninguém, mas por Portugal! Que diferença para os candidatos de esquerda...
Gostei do discurso, centrado nas pessoas e na mudança de expectativas perante a actual situação depressiva em que nos encontramos. Confesso que eu próprio, optimista por natureza, ando meio "deprê"! Só mesmo a candidatura do Professor é que será capaz de me animar um pouco e só mesmo a sua vitória é que me dá a expectativa que efectivamente será possivel alterar o rumo deste país...
Gostei muito também da frase final, onde da forma mais clara possivel demonstra o espirito positivo da sua candidatura: não se candidata contra ninguém, mas por Portugal! Que diferença para os candidatos de esquerda...
2005/10/20
CAVACO!
No momento em que escrevo, ainda não se apresentou ao país enquanto tal, mas no momento em que me lerem já o terá feito há algumas horas...
Felizmente que as minhas previsões se concretizaram. Eu apontava para o finais de Outubro a sua apresentação - foi a 20 de Outubro, já no último terço do mês. Eu achava que ele iria ser candidato - e de facto vai ser, supra-partidário e abrangente, como comprovam as noticias que dão conta da ausência de partidos hoje e pela escolha de Lobo Antunes para mandatário, ele que foi o mandatário de Jorge Sampaio.
Felizmente que o país terá a partir de agora um candidato que não é contra ninguém (ao contrário dos 4 da esquerda que se apresentaram contra a direita e contra Cavaco) e que se assumirá, com toda a certeza, a favor de Portugal!
Felizmente que as minhas previsões se concretizaram. Eu apontava para o finais de Outubro a sua apresentação - foi a 20 de Outubro, já no último terço do mês. Eu achava que ele iria ser candidato - e de facto vai ser, supra-partidário e abrangente, como comprovam as noticias que dão conta da ausência de partidos hoje e pela escolha de Lobo Antunes para mandatário, ele que foi o mandatário de Jorge Sampaio.
Felizmente que o país terá a partir de agora um candidato que não é contra ninguém (ao contrário dos 4 da esquerda que se apresentaram contra a direita e contra Cavaco) e que se assumirá, com toda a certeza, a favor de Portugal!
E finalmente, a redenção!
Depois dos desastres para a Liga dos Campeões e para a Liga portuguesa, Co Adriaanse soube emendar um pouco a mão e com um meio campo mais composto liderado de trás para a frente por Paulo Assunção e Lucho Gonzalez e com Hugo Almeida em campo (muito melhor depois da saída do maluco das trancinhas que só atrapalhou) num esquema de 4-4-2, a equipa teve a sua redenção.
Apesar de ter gostado do Marek, prefiro o César Peixoto pelo apoio que dá ao ataque - e com o Paulo Assunção a trinco a defesa fica muito mais segura, até os falhanços habituais do Pepe não deram em nada - pelo que para mim apenas trocava este eslovaco pelo César e deixava o Jorginho no banco na companhia do McCarthy, apostando no Ibson ou no Diego para o lugar do Jorginho e no Lisandro para o do McCartht (ou o Alan enquanto o Lisandro estiver lesionado). Eventualmente era capaz ainda de apostar no Pepe para defesa direiro em vez do Bosingwa.
Com estas alterações, acredito que o FC Porto poderá ultrapassar esta má fase que passou no último mês. E sem deixar de dar espectáculo, que é o fundamental...
Apesar de ter gostado do Marek, prefiro o César Peixoto pelo apoio que dá ao ataque - e com o Paulo Assunção a trinco a defesa fica muito mais segura, até os falhanços habituais do Pepe não deram em nada - pelo que para mim apenas trocava este eslovaco pelo César e deixava o Jorginho no banco na companhia do McCarthy, apostando no Ibson ou no Diego para o lugar do Jorginho e no Lisandro para o do McCartht (ou o Alan enquanto o Lisandro estiver lesionado). Eventualmente era capaz ainda de apostar no Pepe para defesa direiro em vez do Bosingwa.
Com estas alterações, acredito que o FC Porto poderá ultrapassar esta má fase que passou no último mês. E sem deixar de dar espectáculo, que é o fundamental...
2005/10/17
Desastre II
No FC Porto as coisas andam a piorar, mas em Alvalade já descobriram o fundo após lá baterem ontem - mais uma derrota em casa, agora com a Académica!
E ao que parece, o Peseiro sai já (está reunido de emergência com o Dias da Cunha neste momento) e digo eu que a SAD sai daqui a pouco...
Um abraço solidário aos "leões"...
E ao que parece, o Peseiro sai já (está reunido de emergência com o Dias da Cunha neste momento) e digo eu que a SAD sai daqui a pouco...
Um abraço solidário aos "leões"...
2005/10/16
Desastre!
Ontem assisti a um naufrágio no Dragão! Nunca pensei ver o FC Porto perder contra uma equipa com 5 anões, dois cavalos na defesa e dois burros à frente a darem coices a tudo o que se movimentasse...
A 1ª parte ainda escapou, se bem que o caudal ofensivo decaiu imenso após a saída do Lisandro (lesionado após entrada violentíssima pelas costas dum grego de má memória que "apenas" viu um amarelo...) mas a segunda parte foi o desastre completo.
A defesa, especialmente o triangulo centrais-trinco, é um desastre. O Ibson não é trinco; é semelhante ao Maniche, foi aí que deu nas vistas o ano passado, joga mais à frente e o Lucho joga melhor descaido sobre a direita, como se tem visto na selecção argentina. Os centrais ainda não mostraram estofo para jogar no FC Porto, nem Ricardo Costa, nem Bruno Alves, nem Pepe, o que agrava o problema dos laterais adaptados - que se notaria menos se os centrais não falhassem tanto!
O ataque concretiza muito pouco para a produção que tem. O das trancinhas não faz nada em campo e se não está gordo - como diz o seleccionador dele... - então imita muito bem! O Postiga está uma nulidade... O Sokota está a desempenhar muito bem o seu papel de doente... Resta o Hugo Almeida que poucas oportunidades tem tido e que me parece que neste momento ser o melhor deles todos!
Depois a teimosia do Adriaanse com o Jorge Costa está a parecer ir para lá do razoável... Ele arrisca-se a queimar a boa imagem que contruiu nos primeiros 3 meses de trabalho com uma filosofia de futebol ofensivo e disciplina após estes jogos onde ele falhou claramente na táctica e no banco! A ver se na 4ª feira começa a recuperação ou se entramos num processo de "sportinguização" - sim, parece que em Alvalade as coisas ainda estão piores que por aqui...
A 1ª parte ainda escapou, se bem que o caudal ofensivo decaiu imenso após a saída do Lisandro (lesionado após entrada violentíssima pelas costas dum grego de má memória que "apenas" viu um amarelo...) mas a segunda parte foi o desastre completo.
A defesa, especialmente o triangulo centrais-trinco, é um desastre. O Ibson não é trinco; é semelhante ao Maniche, foi aí que deu nas vistas o ano passado, joga mais à frente e o Lucho joga melhor descaido sobre a direita, como se tem visto na selecção argentina. Os centrais ainda não mostraram estofo para jogar no FC Porto, nem Ricardo Costa, nem Bruno Alves, nem Pepe, o que agrava o problema dos laterais adaptados - que se notaria menos se os centrais não falhassem tanto!
O ataque concretiza muito pouco para a produção que tem. O das trancinhas não faz nada em campo e se não está gordo - como diz o seleccionador dele... - então imita muito bem! O Postiga está uma nulidade... O Sokota está a desempenhar muito bem o seu papel de doente... Resta o Hugo Almeida que poucas oportunidades tem tido e que me parece que neste momento ser o melhor deles todos!
Depois a teimosia do Adriaanse com o Jorge Costa está a parecer ir para lá do razoável... Ele arrisca-se a queimar a boa imagem que contruiu nos primeiros 3 meses de trabalho com uma filosofia de futebol ofensivo e disciplina após estes jogos onde ele falhou claramente na táctica e no banco! A ver se na 4ª feira começa a recuperação ou se entramos num processo de "sportinguização" - sim, parece que em Alvalade as coisas ainda estão piores que por aqui...
Jantarada cósmica
Foi em grande o primeiro jantar cósmico na passada sexta-feira, que decorreu no Florêncio sob o patrocinio do blog Observador Cósmico.
Para quando a continuação? Ainda ficou muito para falar, pois os temas "tudo e nada" são tão extensos que poderemos estar horas a falar e não sair do ponto de partida.
Vila do Conde ou Gaia?
Para quando a continuação? Ainda ficou muito para falar, pois os temas "tudo e nada" são tão extensos que poderemos estar horas a falar e não sair do ponto de partida.
Vila do Conde ou Gaia?
2005/10/10
Algumas notas sobre as autárquicas
As alegrias:
A grande vitória do Bruno Fernandes em São Torcato e com maioria absoluta! Essa soube-me como se fosse minha também...
A vitória das 3 juntas da "cidade velha", em particular a do Marco Fernandes em São Sebastião, eu sabia que eras um bom candidato e a maioria absoluta assim o parece confirmar!
A subida na Assembleia Municipal (mais um deputado).
A subida geral dos resultados do PSD, quer em termos percentuais, quer em votos expressos. Mais 2004 votos na Câmara, mais 2253 votos na Assembleia Municipal e mais 2781 votos nas Assembleias de Freguesia, que se traduziram em mais 21 mandatos nessas assembleias!
A grande vitória do "meu" presidente de Junta, Carlos Leite, em Urgezes, com quase 500 votos de diferença! Em grande estilo...
As tristezas:
A perda da Junta de Freguesia de Creixomil por uns míseros 65 votos (1,49%)! O eng. Antunes não merecia isso, Creixomil ainda paga a traidores, ao contrário de Roma...
Não conseguirmos retirar a maioria absoluta ao PS, na CMG, elegendo o 5º vereador.
Não conseguir ganhar a Junta de Freguesia de Brito e de Lordelo, pois a D. Ana (em Brito) e a Prof. Anabela (em Lordelo) são duas mulheres cheias de energia e dinamismo que iriam, com toda a certeza, fazer muito mais e melhor pelas suas freguesias do que os eleitos...
A grande vitória do Bruno Fernandes em São Torcato e com maioria absoluta! Essa soube-me como se fosse minha também...
A vitória das 3 juntas da "cidade velha", em particular a do Marco Fernandes em São Sebastião, eu sabia que eras um bom candidato e a maioria absoluta assim o parece confirmar!
A subida na Assembleia Municipal (mais um deputado).
A subida geral dos resultados do PSD, quer em termos percentuais, quer em votos expressos. Mais 2004 votos na Câmara, mais 2253 votos na Assembleia Municipal e mais 2781 votos nas Assembleias de Freguesia, que se traduziram em mais 21 mandatos nessas assembleias!
A grande vitória do "meu" presidente de Junta, Carlos Leite, em Urgezes, com quase 500 votos de diferença! Em grande estilo...
As tristezas:
A perda da Junta de Freguesia de Creixomil por uns míseros 65 votos (1,49%)! O eng. Antunes não merecia isso, Creixomil ainda paga a traidores, ao contrário de Roma...
Não conseguirmos retirar a maioria absoluta ao PS, na CMG, elegendo o 5º vereador.
Não conseguir ganhar a Junta de Freguesia de Brito e de Lordelo, pois a D. Ana (em Brito) e a Prof. Anabela (em Lordelo) são duas mulheres cheias de energia e dinamismo que iriam, com toda a certeza, fazer muito mais e melhor pelas suas freguesias do que os eleitos...
E agora um vazio...
Depois de 4 anos a trabalhar, tudo culminou neste dia 9 de Outubro, deixando uma sensação de vazio...
E ainda por cima, apesar de não haver ainda resultados finais (será que os informáticos do ano passado do ministério da educação se mudaram para o Stape?) tudo indica que apesar de termos melhorado em toda a linha os resultados do PSD - mais votos, mais percentagem, mais deputados municipais, talvez mais juntas de freguesia - não conseguimos ainda vencer (ou pelo retirar a maioria) ao PS.
Como disse num post anterior, se calhar sou eu que estou no concelho errado!
E ainda por cima, apesar de não haver ainda resultados finais (será que os informáticos do ano passado do ministério da educação se mudaram para o Stape?) tudo indica que apesar de termos melhorado em toda a linha os resultados do PSD - mais votos, mais percentagem, mais deputados municipais, talvez mais juntas de freguesia - não conseguimos ainda vencer (ou pelo retirar a maioria) ao PS.
Como disse num post anterior, se calhar sou eu que estou no concelho errado!
2005/10/06
Diários de Cabo Verde: NO STRESS!
30 de Setembro
A viagem até Lisboa, no Alfa da CP, é excelente. O que é estranho é nunca ter conseguido pagar o mesmo valor de táxi da gare do Oriente até ao aeroporto, apesar do percurso ser sempre igual...
No aeroporto, após um complicado check-in, o vôo sai do aeroporto de Lisboa com mais de 1 hora de atraso, já que à custa de tanta revista a bagagem, passaporte e pessoas (em especial os não europeus...) tinha que acabar por levar a isso mesmo.
Com tudo isso e a mais de meia hora para recolher a bagabem do único avião em pista fez-nos chegar ao hotel às 2h00 da mãnha locais (menos duas horas que em Portugal continental).
1 de Outubro
Na primeira refeição, o pequeno-almoço, a primeira surpresa: apesar do hotel ser de 4 estrelas, não há colheres de sobremesa para as chavenas ou iogurtes, só colheres de sopa! Aliás com excepção das colheres de café (que pareciam sobreviventes dos tempos da colonização!) nunca vi nenhuma colher que não fosse de sopa. Depois, nas refeições seguintes, as surpresas foram positivas: cozinham boas sopas, muito bem massas italianas (talvez devido à forte influencia italiana que já se faz sentir na ilha) e o peixe-serra e atum frescos são excelentes (e eu não gosto de peixe quase nenhum).
O guia da agencia local representante das agencias portuguesas dá-nos uma "aula" sobre Cabo Verde, onde basicamente nos explica que lá é tudo feito lentamente, com muita calma e lentidão, isto é, NO STRESS!
Entre outras coisas tenta nos vender uma visita à ilha feita na caixa aberta de uma pick-up (que os outros veiculos não chegam a todo o lado...)... Segurança máxima, com certeza... Diz-nos ainda que o ideal é comprar aos muitos senegaleses que lá andam as recordações que com eles a negociação é para baixar 50%...
E ainda nos dá um mapa de um jornal local com nomes de ruas errados...
Hora perdida aquela...
Muito melhor mesmo foi a manhã de praia, com um sol que se cola no corpo, um vento constante mas agradável pois ajuda a refrescar um pouco (e o vento não é frio, muito pelo contrário) e um mar fa-bu-lo-so! Temperatura tão alta que nem se nota ao sairmos da toalha e entrarmos na água (choque térmico, o que é isso?) e de uma clareza e limpeza impressionante.
Ao fim da tarde, fomos a pé à vila de Santa Maria, e que decepção... Só se via senegaleses, chatos que se farta, que metiam conversa num português sofrivel para nos tentar levar à loja de recordações da familia (sim, que eram mais que muitos e todos artesãos muito bons) e a vila, com as suas duas ruas e igreja, não mereceu nem uma foto para amostra, já que para além de feia nada tinha que cativasse a atenção do visitante. O guia bem nos tinha dito que ali só havia sal, sol e praia...
2 de Outubro (e 3 também)
Enquanto o ritmo de vida se mantinha "no stress" aproveitamos e fizemos isso mesmo: nada, o que por vezes é stressante! Muita praia o dia todo, à excepção do período entre as 12H00 e as 14H00 locias onde era impossivel estar ao sol de tão forte que ele é.
4 de Outubro
Ainda ponderamos fazer a excursão à ilha como mercadoria nas traseiras da pick-up, mas ou sou eu que sou muito exigente ou a vontade de estar na praia de papo para o ar era superior, e essa foi a nossa opção!
À noite fomos levados para o aeroporto (já com meia hora de atraso) e depois de 4 formalidades de mostrar o passaporte (à entrada da zona de check-in, no check-in, na entrada da zona de embarque e na entrada da sala de embarque, só nos dispensaram disso na entrada do autocarro que nos levou ao avião - a nós, que os africanos todos também aí demonstraram que o passaporte estava bem...) e como o avião vinha com mais de uma hora de atraso de Lisboa e com o tempo que demoram a fazer o que quer que seja, o avião saiu da Ilha do Sal com duas horas de atraso...
Enfim, Cabo Verde vale a pena para praia! Mais nada! Mas tem praias fantásticas e um mar que ainda o sinto aqui na pele!
A viagem até Lisboa, no Alfa da CP, é excelente. O que é estranho é nunca ter conseguido pagar o mesmo valor de táxi da gare do Oriente até ao aeroporto, apesar do percurso ser sempre igual...
No aeroporto, após um complicado check-in, o vôo sai do aeroporto de Lisboa com mais de 1 hora de atraso, já que à custa de tanta revista a bagagem, passaporte e pessoas (em especial os não europeus...) tinha que acabar por levar a isso mesmo.
Com tudo isso e a mais de meia hora para recolher a bagabem do único avião em pista fez-nos chegar ao hotel às 2h00 da mãnha locais (menos duas horas que em Portugal continental).
1 de Outubro
Na primeira refeição, o pequeno-almoço, a primeira surpresa: apesar do hotel ser de 4 estrelas, não há colheres de sobremesa para as chavenas ou iogurtes, só colheres de sopa! Aliás com excepção das colheres de café (que pareciam sobreviventes dos tempos da colonização!) nunca vi nenhuma colher que não fosse de sopa. Depois, nas refeições seguintes, as surpresas foram positivas: cozinham boas sopas, muito bem massas italianas (talvez devido à forte influencia italiana que já se faz sentir na ilha) e o peixe-serra e atum frescos são excelentes (e eu não gosto de peixe quase nenhum).
O guia da agencia local representante das agencias portuguesas dá-nos uma "aula" sobre Cabo Verde, onde basicamente nos explica que lá é tudo feito lentamente, com muita calma e lentidão, isto é, NO STRESS!
Entre outras coisas tenta nos vender uma visita à ilha feita na caixa aberta de uma pick-up (que os outros veiculos não chegam a todo o lado...)... Segurança máxima, com certeza... Diz-nos ainda que o ideal é comprar aos muitos senegaleses que lá andam as recordações que com eles a negociação é para baixar 50%...
E ainda nos dá um mapa de um jornal local com nomes de ruas errados...
Hora perdida aquela...
Muito melhor mesmo foi a manhã de praia, com um sol que se cola no corpo, um vento constante mas agradável pois ajuda a refrescar um pouco (e o vento não é frio, muito pelo contrário) e um mar fa-bu-lo-so! Temperatura tão alta que nem se nota ao sairmos da toalha e entrarmos na água (choque térmico, o que é isso?) e de uma clareza e limpeza impressionante.
Ao fim da tarde, fomos a pé à vila de Santa Maria, e que decepção... Só se via senegaleses, chatos que se farta, que metiam conversa num português sofrivel para nos tentar levar à loja de recordações da familia (sim, que eram mais que muitos e todos artesãos muito bons) e a vila, com as suas duas ruas e igreja, não mereceu nem uma foto para amostra, já que para além de feia nada tinha que cativasse a atenção do visitante. O guia bem nos tinha dito que ali só havia sal, sol e praia...
2 de Outubro (e 3 também)
Enquanto o ritmo de vida se mantinha "no stress" aproveitamos e fizemos isso mesmo: nada, o que por vezes é stressante! Muita praia o dia todo, à excepção do período entre as 12H00 e as 14H00 locias onde era impossivel estar ao sol de tão forte que ele é.
4 de Outubro
Ainda ponderamos fazer a excursão à ilha como mercadoria nas traseiras da pick-up, mas ou sou eu que sou muito exigente ou a vontade de estar na praia de papo para o ar era superior, e essa foi a nossa opção!
À noite fomos levados para o aeroporto (já com meia hora de atraso) e depois de 4 formalidades de mostrar o passaporte (à entrada da zona de check-in, no check-in, na entrada da zona de embarque e na entrada da sala de embarque, só nos dispensaram disso na entrada do autocarro que nos levou ao avião - a nós, que os africanos todos também aí demonstraram que o passaporte estava bem...) e como o avião vinha com mais de uma hora de atraso de Lisboa e com o tempo que demoram a fazer o que quer que seja, o avião saiu da Ilha do Sal com duas horas de atraso...
Enfim, Cabo Verde vale a pena para praia! Mais nada! Mas tem praias fantásticas e um mar que ainda o sinto aqui na pele!
2005/09/30
Sondagens...
Parece que o Noticias de Guimarães tem uma sondagem que dá uma hiper-mega-maioria ao PS em Guimarães. O que é grave, não para o PSD ou para a oposição no geral, mas para o próprio concelho!
Porque quando temos um candidato que está há 16 anos no poder, que defende em público a limitação de mandatos e recandidata-se a novo mandato; porque quando temos um candidato que não aceita debater com os outros porque não quer promover adversários e andar com eles ao colo (mais palavra menos palavra, estas eram as ideias...); porque quando temos um candidato que promove saneamentos políticos (ou aceita-os sem dificuldade); então, meus caros leitores, é grave o caso porque coloca este concelho ao nível das repúblicas centro-africanas de partido único que desvaloriza a oposição, que não a tolera ou quem a defende e que viveria melhor no tempod do partido único (União Nacional, lembram-se?) do que 31 anos depois do 25 de Abril...
Pelo menos, o resto do país, à excepção de algumas "ilhas" como Felgueiras e talvez Gondomar, já não pensa assim e a provar isso ficam as sondagens da TSF sobre as Presidenciais (Cavaco próximo da vitória à primeira volta) e a mais recente, que ouvi agora no noticiário da meia-noite e que ainda não está on-line, que é o resultado de setembro do barómetro que diz que se as eleições legislativas fossem hoje, o PSD ganhava com 39% contra apenas 34% do PS que ainda há pouco mais de meio ano teve a maioria absoluta!
Tenho a esperança (e alguns dados que apontam para um erro muito grande na sondagem do Noticias de Guimarães...) que as coisas ainda se possam inverter aqui em Guimarães. Porque se os eleitores preferem este tipo de governação autarquica, se calhar sou eu que estou no concelho errado, quem sabe no país errado! Por isso vou lá fora uns dias, tentar "limpar" a minha cabeça e afastar-me um pouco desta "poluição" sonora e visual e espero ver este país e este concelho com outros olhos daqui a uns dias...
Até lá, boa semana...
Porque quando temos um candidato que está há 16 anos no poder, que defende em público a limitação de mandatos e recandidata-se a novo mandato; porque quando temos um candidato que não aceita debater com os outros porque não quer promover adversários e andar com eles ao colo (mais palavra menos palavra, estas eram as ideias...); porque quando temos um candidato que promove saneamentos políticos (ou aceita-os sem dificuldade); então, meus caros leitores, é grave o caso porque coloca este concelho ao nível das repúblicas centro-africanas de partido único que desvaloriza a oposição, que não a tolera ou quem a defende e que viveria melhor no tempod do partido único (União Nacional, lembram-se?) do que 31 anos depois do 25 de Abril...
Pelo menos, o resto do país, à excepção de algumas "ilhas" como Felgueiras e talvez Gondomar, já não pensa assim e a provar isso ficam as sondagens da TSF sobre as Presidenciais (Cavaco próximo da vitória à primeira volta) e a mais recente, que ouvi agora no noticiário da meia-noite e que ainda não está on-line, que é o resultado de setembro do barómetro que diz que se as eleições legislativas fossem hoje, o PSD ganhava com 39% contra apenas 34% do PS que ainda há pouco mais de meio ano teve a maioria absoluta!
Tenho a esperança (e alguns dados que apontam para um erro muito grande na sondagem do Noticias de Guimarães...) que as coisas ainda se possam inverter aqui em Guimarães. Porque se os eleitores preferem este tipo de governação autarquica, se calhar sou eu que estou no concelho errado, quem sabe no país errado! Por isso vou lá fora uns dias, tentar "limpar" a minha cabeça e afastar-me um pouco desta "poluição" sonora e visual e espero ver este país e este concelho com outros olhos daqui a uns dias...
Até lá, boa semana...
2005/09/26
2005/09/25
É amanhã!
2005/09/22
Programa eleitoral do PSD-Guimarães: Áreas da governação (principais medidas)
A – Acção Social e Saúde.
1- Apoiar a criação de valências de apoio à terceira idade – centros de dia, lares de acamados, apoio domiciliário.
2- Apoiar as Instituições Particulares de Solidariedade Social.
3 - Assumir para a gestão da Câmara Municipal os Bairros de Guimarães do INH (Emboladoura, N.Sra da Conceição).
4- Promover o alargamento da rede e os horários dos centros de saúde e respectivas extensões.
5- Fomentar a criação de um serviço domiciliário de apoio aos idosos e doentes acamados, prestado por técnicos especializados e com a envolvência do Hospital, dos Centros de Saúde e de outras Instituições;
6 - Promover a implementação de medidas de apoio aos toxicodependentes, investir em campanhas de sensibilização sobre a droga e a sida e promover acções de educação sexual.
B – Acessibilidades e transportes
1 – Efectuar um estudo e um projecto de instalação de uma rede de metro ligeiro de superfície no concelho de Guimarães, como resposta aos desafios do futuro ao nível da comodidade dos cidadãos, rapidez de transporte, aproximação das populações à cidade e do ambiente.
2 – Realizar a ligação rodoviária alternativa Taipas-Ponte-Silvares que ligue a cidade ao AvePark.
3 - Apostar no incremento de uma rede de transportes públicos de qualidade e amigos do ambiente que sirvam a generalidade da população do concelho.
4 - Melhorar as condições de segurança na Circular Urbana de Guimarães.
C - Ambiente
1- Realização e aprovação de um Plano Municipal de Ambiente.
2 - Promover o aparecimento de um Parque de Indústrias Recicladoras – na zona sul do concelho - de forma a ordenar e tornar visíveis os esforços na recolha selectiva, bem como incentivar a diversificação industrial do nosso concelho.
3- Monitorização da qualidade das águas subterrâneas - Observatório Municipal.
4 – Apostar na reabilitação da rede hidrográfica concelhia – linhas de água.
5 – Apostar, como objectivo estratégico, na distinção de Guimarães como cidade ecoeficiente, através, designadamente, da adopção de novas políticas energéticas e da promoção das preocupações energéticas e ambientais no que concerne aos empreendimentos urbanísticos.
6 – Apoiar a educação ambiental nas escolas, através da celebração de protocolos com a Secretaria de Estado do Ambiente e Institutos a ela ligados.
7 – Implementar nos critérios de qualificação e adjudicação de empreitadas e outros serviços, e para valores base de concurso superiores a 1 milhão de euros, uma componente importante de avaliação das empresas concorrentes com base na existência e fiabilidade dos seus sistemas de gestão ambiental.
8 – Criação de uma agenda anual informativa de reparações.
9 – Eliminação das lixeiras clandestinas e promoção de um parque para resíduos de construção civil.
D – Comércio
1 – Requalificação do actual mercado municipal.
2 - Fecho das ruas do centro histórico e de algumas das ruas adjacentes ao trânsito.
3- Apoio ao comércio tradicional, nomeadamente através da promoção de eventos na cidade e nas principais vilas.
4 – Criar, em colaboração com a Associação Comercial e Industrial de Guimarães, o Gabinete de Apoio ao Comerciante, que permita uma ligação efectiva entre os interesses da generalidade dos comerciantes e os projectos de desenvolvimento concelhio.
E - Cultura
1- Promover a descentralização cultural pelas vilas e freguesias do concelho através, nomeadamente, do apoio a iniciativas e às associações locais.
2 – Construção nas duas delegações da Câmara Municipal a criar (Taipas / Ponte e Moreira de Cónegos / Lordelo) de dois pequenos auditórios que sirvam, respectivamente, a zona norte e a zona sul do concelho.
3 – Criação de um sistema claro, transparente e rigoroso de atribuição de subsídios às associações do concelho de Guimarães.
4 – Implementar no Centro Cultural Vila Flor um projecto cultural que coloque a referida infra-estrutura ao serviço da comunidade, das associações vimaranenses e, sobretudo, ao serviço do apoio à criação e produção de cultura oriunda do concelho de Guimarães. Isto sem, naturalmente, descurar a política de formação de públicos e de promoção de eventos.
5 – Rever a política de apoio aos grupos de teatro amador do concelho, às escolas de músicas e aos grupos folclóricos.
6 – Promover a realização anual de um congresso associativo.
F – Desporto
1 - Generalizar a construção de infra-estruturas desportivas pelos principais pólos do concelho.
2 - Apoiar a conservação e modernização dos gimnodesportivos existentes.
3 - Apoiar a formação desportiva em todas as modalidades, através dos clubes e associações que a promovam.
4 – Apoiar o desporto escolar.
G - Educação
1- Generalizar o acesso ao ensino pré-escolar (chegar aos 75% até final do mandato) e ATL’s às crianças e jovens do concelho.
2- Construção no Parque Tecnológico das Taipas de uma escola de formação profissional devidamente equipada que integre as actualmente existentes no concelho e desenvolva valências tecnologicamente avançadas como a electrónica, informática, mecânica, electricidade e outras.
Pretendemos promover a ligação entre a referida escola de formação profissional e a Universidade do Minho de forma que esta faça o aconselhamento técnico e pedagógico da mesma.
3 – Apoiar fortemente o crescimento e desenvolvimento do pólo de Guimarães da Universidade do Minho.
4 – Promover um sistema de transportes escolares que sirva os alunos e as suas famílias, articulando-o de uma forma eficaz com a rede escolar.
5 – Promover, ao nível do 1º ciclo, a igualdade de oportunidade de acesso de todos os alunos às refeições escolares, através da construção de novos cantinas ou, em alternativa, da promoção de meios de transporte para a deslocação desses alunos a outros estabelecimentos.
H – Justiça
1- Defesa da instalação, em Guimarães, do Tribunal de Comércio.
2- Contribuir para o alcance de novas e definitivas instalações para as Varas de Competência Mista de Guimarães.
3- Apoiar a Direcção do Estabelecimento Prisional de Guimarães na resolução do problema de sobrelotação que afecta aquele estabelecimento prisional.
4 – Defender a criação de uma secção social no Tribunal da Relação de Guimarães.
I – Juventude
1. Conceber a política de juventude como o conjunto de programas, de projectos e de políticas que visam potenciar e incentivar, aos mais diversos níveis, o desenvolvimento integrado dos jovens, com reflexos na vida da comunidade. Quer isto dizer que a política de juventude deve ser considerada como uma política focalizada num grupo de destinatários, mas transversal do ponto de vista das áreas de actuação.
2. Apoiar as instituições de juventude e os grupos informais de jovens.
3. Promover estágios profissionais para jovens licenciados da Universidade do Minho em vários domínios da CMG.
4. Apoiar os jovens empresários, nomeadamente, a Criação do Prémio Empreendedor do Ano para o jovem empresário que pela sua acção mais se destacou na criação/ crescimento do seu negócio
5. Criar um cartão jovem municipal que se traduza na obtenção efectiva de vantagens para os jovens.
J – Indústria
1 – Redução da derrama sobre o IRC em 25%.
2 – Redução das taxas de construção e taxas de loteamento para novas unidades industriais.
3 - Promoção da ligação entre as indústrias, as escolas e a Universidade do Minho.
4- Apostar no desenvolvimento do Parque de Ciência e Tecnologia AvePark, criando as condições de competência e empenhamento necessárias quer do ponto de vista de recursos humanos, quer de acessibilidades e outras infra-estruturas.
5 - Criação de novos parques industriais, amplos, acessíveis e bem infra-estruturados, com condições para os trabalhadores (creches, postos-médicos), que permitam a fixação e/ou deslocação de indústrias.
Articular de forma inteligente o crescimento urbanístico e industrial com a rede de transportes e acessibilidades, com a rede de drenagem e tratamento de águas residuais e com um Plano Municipal de Ambiente estruturante.
L - Património
1- Criação de uma Carta do Património Concelhio que determine e classifique o nosso património concelhio.
Esta carta permitirá, do ponto de vista turístico, potenciar circuitos de visita aos turistas que visitam o centro histórico, alargando a permanência destes no nosso concelho. Permitirá que todos nós conheçamos melhor o nosso património e, fundamentalmente, que pela divulgação e estudo não se deixe perder o património mais disperso, mas igualmente rico.
2- Divulgação e aposta dum dos nossos mais importantes conjuntos patrimoniais – a Citânia de Briteiros. Este património, pela sua especificidade de cultura castreja (centro de cultura autóctone), é um exemplar único que, pela sua valia cultural e histórica, ombreia perfeitamente com a arqueologia romana e árabe (mais valorizada em Portugal, mas que existe, ao contrário da cultura castreja, em muitos locais do nosso país e fora dele). O turista que visita Guimarães sendo um turista culto passa, muitas vezes, ao lado desta realidade.
3- Reconhecimento ao artista plástico José de Guimarães da dimensão que ele realmente tem – a do artista plástico português mais conhecido internacionalmente.
4- Edição, pela Câmara Municipal de Guimarães, de trabalhos que têm sido desenvolvidos sobre Guimarães, nomeadamente em teses de mestrado, teses de doutoramento e outros estudos e investigações.
5 – Criação progressiva, noutros pontos do concelho, de extensões do Gabinete Técnico Local.
M – Turismo
1 – Aumentar os circuitos turísticos propostos ou disponíveis, de forma aumentar o tempo de permanência dos turistas no nosso concelho, designadamente através da promoção do património situado fora do centro da cidade (Citânia de Briteiros, Museu de Cultura Castreja, os moinhos de Briteiros, o românico em Guimarães, S.Torcato, a Penha, os frescos de Guimarães, etc.).
2 – Apostar fortemente no reconhecimento das marcas “património cultural da humanidade” e “berço da nacionalidade”.
3 – Implementar políticas que permitam complementar o centro histórico com um conjunto de serviços económicos e sociais, nomeadamente o comércio tradicional e a animação de rua.
4 – Promover uma campanha nacional de divulgação de Guimarães para o turista português.
N – Vilas e Freguesias
1 – Requalificação urbana das vilas do concelho, dotando-os de centros cívicos.
2 - Criar na Câmara Municipal um Gabinete de Apoio às Juntas de Freguesia.
3 – Fomento de duas novas grandes centralidades:
uma em torno das Vilas das Taipas e Ponte, relacionando-se com as populações da bacia do Ave;
uma outra em torno das vilas de Moreira de Cónegos e Lordelo, relacionando-se, por sua vez, com as populações da Bacia do Vizela.
4- Propor futuros orçamentos em que se declare, à partida, que fatias específicas de investimentos serão destacadas para desenvolver as futuras centralidades.
Não se pretende uma divisão do bolo orçamental, mas sim uma transparência do processo e um orçamento orientados para objectivos políticos sufragados pelo povo.
5- Descentralizar para estes novos centros alguns serviços da autarquia, num programa ponderado e faseado, aproveitando e rentabilizando as novas tecnologias da informação, que permitirão sempre a centralização de dados e, deste modo, a supervisão do executivo autárquico.
6- Para tal, reorganizaremos os serviços camarários, redistribuindo os actuais recursos humanos pelas novas centralidades, com benefício para os próprios funcionários e também para o público.
7 – Delegação de mais competências nas Juntas de Freguesia.
8 – Elaboração e aprovação de planos de pormenor para as vilas do concelho com eficácia legal.
1- Apoiar a criação de valências de apoio à terceira idade – centros de dia, lares de acamados, apoio domiciliário.
2- Apoiar as Instituições Particulares de Solidariedade Social.
3 - Assumir para a gestão da Câmara Municipal os Bairros de Guimarães do INH (Emboladoura, N.Sra da Conceição).
4- Promover o alargamento da rede e os horários dos centros de saúde e respectivas extensões.
5- Fomentar a criação de um serviço domiciliário de apoio aos idosos e doentes acamados, prestado por técnicos especializados e com a envolvência do Hospital, dos Centros de Saúde e de outras Instituições;
6 - Promover a implementação de medidas de apoio aos toxicodependentes, investir em campanhas de sensibilização sobre a droga e a sida e promover acções de educação sexual.
B – Acessibilidades e transportes
1 – Efectuar um estudo e um projecto de instalação de uma rede de metro ligeiro de superfície no concelho de Guimarães, como resposta aos desafios do futuro ao nível da comodidade dos cidadãos, rapidez de transporte, aproximação das populações à cidade e do ambiente.
2 – Realizar a ligação rodoviária alternativa Taipas-Ponte-Silvares que ligue a cidade ao AvePark.
3 - Apostar no incremento de uma rede de transportes públicos de qualidade e amigos do ambiente que sirvam a generalidade da população do concelho.
4 - Melhorar as condições de segurança na Circular Urbana de Guimarães.
C - Ambiente
1- Realização e aprovação de um Plano Municipal de Ambiente.
2 - Promover o aparecimento de um Parque de Indústrias Recicladoras – na zona sul do concelho - de forma a ordenar e tornar visíveis os esforços na recolha selectiva, bem como incentivar a diversificação industrial do nosso concelho.
3- Monitorização da qualidade das águas subterrâneas - Observatório Municipal.
4 – Apostar na reabilitação da rede hidrográfica concelhia – linhas de água.
5 – Apostar, como objectivo estratégico, na distinção de Guimarães como cidade ecoeficiente, através, designadamente, da adopção de novas políticas energéticas e da promoção das preocupações energéticas e ambientais no que concerne aos empreendimentos urbanísticos.
6 – Apoiar a educação ambiental nas escolas, através da celebração de protocolos com a Secretaria de Estado do Ambiente e Institutos a ela ligados.
7 – Implementar nos critérios de qualificação e adjudicação de empreitadas e outros serviços, e para valores base de concurso superiores a 1 milhão de euros, uma componente importante de avaliação das empresas concorrentes com base na existência e fiabilidade dos seus sistemas de gestão ambiental.
8 – Criação de uma agenda anual informativa de reparações.
9 – Eliminação das lixeiras clandestinas e promoção de um parque para resíduos de construção civil.
D – Comércio
1 – Requalificação do actual mercado municipal.
2 - Fecho das ruas do centro histórico e de algumas das ruas adjacentes ao trânsito.
3- Apoio ao comércio tradicional, nomeadamente através da promoção de eventos na cidade e nas principais vilas.
4 – Criar, em colaboração com a Associação Comercial e Industrial de Guimarães, o Gabinete de Apoio ao Comerciante, que permita uma ligação efectiva entre os interesses da generalidade dos comerciantes e os projectos de desenvolvimento concelhio.
E - Cultura
1- Promover a descentralização cultural pelas vilas e freguesias do concelho através, nomeadamente, do apoio a iniciativas e às associações locais.
2 – Construção nas duas delegações da Câmara Municipal a criar (Taipas / Ponte e Moreira de Cónegos / Lordelo) de dois pequenos auditórios que sirvam, respectivamente, a zona norte e a zona sul do concelho.
3 – Criação de um sistema claro, transparente e rigoroso de atribuição de subsídios às associações do concelho de Guimarães.
4 – Implementar no Centro Cultural Vila Flor um projecto cultural que coloque a referida infra-estrutura ao serviço da comunidade, das associações vimaranenses e, sobretudo, ao serviço do apoio à criação e produção de cultura oriunda do concelho de Guimarães. Isto sem, naturalmente, descurar a política de formação de públicos e de promoção de eventos.
5 – Rever a política de apoio aos grupos de teatro amador do concelho, às escolas de músicas e aos grupos folclóricos.
6 – Promover a realização anual de um congresso associativo.
F – Desporto
1 - Generalizar a construção de infra-estruturas desportivas pelos principais pólos do concelho.
2 - Apoiar a conservação e modernização dos gimnodesportivos existentes.
3 - Apoiar a formação desportiva em todas as modalidades, através dos clubes e associações que a promovam.
4 – Apoiar o desporto escolar.
G - Educação
1- Generalizar o acesso ao ensino pré-escolar (chegar aos 75% até final do mandato) e ATL’s às crianças e jovens do concelho.
2- Construção no Parque Tecnológico das Taipas de uma escola de formação profissional devidamente equipada que integre as actualmente existentes no concelho e desenvolva valências tecnologicamente avançadas como a electrónica, informática, mecânica, electricidade e outras.
Pretendemos promover a ligação entre a referida escola de formação profissional e a Universidade do Minho de forma que esta faça o aconselhamento técnico e pedagógico da mesma.
3 – Apoiar fortemente o crescimento e desenvolvimento do pólo de Guimarães da Universidade do Minho.
4 – Promover um sistema de transportes escolares que sirva os alunos e as suas famílias, articulando-o de uma forma eficaz com a rede escolar.
5 – Promover, ao nível do 1º ciclo, a igualdade de oportunidade de acesso de todos os alunos às refeições escolares, através da construção de novos cantinas ou, em alternativa, da promoção de meios de transporte para a deslocação desses alunos a outros estabelecimentos.
H – Justiça
1- Defesa da instalação, em Guimarães, do Tribunal de Comércio.
2- Contribuir para o alcance de novas e definitivas instalações para as Varas de Competência Mista de Guimarães.
3- Apoiar a Direcção do Estabelecimento Prisional de Guimarães na resolução do problema de sobrelotação que afecta aquele estabelecimento prisional.
4 – Defender a criação de uma secção social no Tribunal da Relação de Guimarães.
I – Juventude
1. Conceber a política de juventude como o conjunto de programas, de projectos e de políticas que visam potenciar e incentivar, aos mais diversos níveis, o desenvolvimento integrado dos jovens, com reflexos na vida da comunidade. Quer isto dizer que a política de juventude deve ser considerada como uma política focalizada num grupo de destinatários, mas transversal do ponto de vista das áreas de actuação.
2. Apoiar as instituições de juventude e os grupos informais de jovens.
3. Promover estágios profissionais para jovens licenciados da Universidade do Minho em vários domínios da CMG.
4. Apoiar os jovens empresários, nomeadamente, a Criação do Prémio Empreendedor do Ano para o jovem empresário que pela sua acção mais se destacou na criação/ crescimento do seu negócio
5. Criar um cartão jovem municipal que se traduza na obtenção efectiva de vantagens para os jovens.
J – Indústria
1 – Redução da derrama sobre o IRC em 25%.
2 – Redução das taxas de construção e taxas de loteamento para novas unidades industriais.
3 - Promoção da ligação entre as indústrias, as escolas e a Universidade do Minho.
4- Apostar no desenvolvimento do Parque de Ciência e Tecnologia AvePark, criando as condições de competência e empenhamento necessárias quer do ponto de vista de recursos humanos, quer de acessibilidades e outras infra-estruturas.
5 - Criação de novos parques industriais, amplos, acessíveis e bem infra-estruturados, com condições para os trabalhadores (creches, postos-médicos), que permitam a fixação e/ou deslocação de indústrias.
Articular de forma inteligente o crescimento urbanístico e industrial com a rede de transportes e acessibilidades, com a rede de drenagem e tratamento de águas residuais e com um Plano Municipal de Ambiente estruturante.
L - Património
1- Criação de uma Carta do Património Concelhio que determine e classifique o nosso património concelhio.
Esta carta permitirá, do ponto de vista turístico, potenciar circuitos de visita aos turistas que visitam o centro histórico, alargando a permanência destes no nosso concelho. Permitirá que todos nós conheçamos melhor o nosso património e, fundamentalmente, que pela divulgação e estudo não se deixe perder o património mais disperso, mas igualmente rico.
2- Divulgação e aposta dum dos nossos mais importantes conjuntos patrimoniais – a Citânia de Briteiros. Este património, pela sua especificidade de cultura castreja (centro de cultura autóctone), é um exemplar único que, pela sua valia cultural e histórica, ombreia perfeitamente com a arqueologia romana e árabe (mais valorizada em Portugal, mas que existe, ao contrário da cultura castreja, em muitos locais do nosso país e fora dele). O turista que visita Guimarães sendo um turista culto passa, muitas vezes, ao lado desta realidade.
3- Reconhecimento ao artista plástico José de Guimarães da dimensão que ele realmente tem – a do artista plástico português mais conhecido internacionalmente.
4- Edição, pela Câmara Municipal de Guimarães, de trabalhos que têm sido desenvolvidos sobre Guimarães, nomeadamente em teses de mestrado, teses de doutoramento e outros estudos e investigações.
5 – Criação progressiva, noutros pontos do concelho, de extensões do Gabinete Técnico Local.
M – Turismo
1 – Aumentar os circuitos turísticos propostos ou disponíveis, de forma aumentar o tempo de permanência dos turistas no nosso concelho, designadamente através da promoção do património situado fora do centro da cidade (Citânia de Briteiros, Museu de Cultura Castreja, os moinhos de Briteiros, o românico em Guimarães, S.Torcato, a Penha, os frescos de Guimarães, etc.).
2 – Apostar fortemente no reconhecimento das marcas “património cultural da humanidade” e “berço da nacionalidade”.
3 – Implementar políticas que permitam complementar o centro histórico com um conjunto de serviços económicos e sociais, nomeadamente o comércio tradicional e a animação de rua.
4 – Promover uma campanha nacional de divulgação de Guimarães para o turista português.
N – Vilas e Freguesias
1 – Requalificação urbana das vilas do concelho, dotando-os de centros cívicos.
2 - Criar na Câmara Municipal um Gabinete de Apoio às Juntas de Freguesia.
3 – Fomento de duas novas grandes centralidades:
uma em torno das Vilas das Taipas e Ponte, relacionando-se com as populações da bacia do Ave;
uma outra em torno das vilas de Moreira de Cónegos e Lordelo, relacionando-se, por sua vez, com as populações da Bacia do Vizela.
4- Propor futuros orçamentos em que se declare, à partida, que fatias específicas de investimentos serão destacadas para desenvolver as futuras centralidades.
Não se pretende uma divisão do bolo orçamental, mas sim uma transparência do processo e um orçamento orientados para objectivos políticos sufragados pelo povo.
5- Descentralizar para estes novos centros alguns serviços da autarquia, num programa ponderado e faseado, aproveitando e rentabilizando as novas tecnologias da informação, que permitirão sempre a centralização de dados e, deste modo, a supervisão do executivo autárquico.
6- Para tal, reorganizaremos os serviços camarários, redistribuindo os actuais recursos humanos pelas novas centralidades, com benefício para os próprios funcionários e também para o público.
7 – Delegação de mais competências nas Juntas de Freguesia.
8 – Elaboração e aprovação de planos de pormenor para as vilas do concelho com eficácia legal.
Programa eleitoral do PSD-Guimarães: Política de impostos, taxas e custos municipais
Em matéria de impostos, taxas e custos municipais, a preocupação central desta candidatura passa por colocar esta parte das receitas municipais ao serviço de todos, fazendo com que a autarquia seja também solidária com os particulares, as famílias e as empresas no seu esforço de poupança.
É fundamental que a Câmara Municipal não continue, como até aqui, a gastar acima das suas possibilidades e a gastar mal.
Estas são algumas das nossas medidas fundamentais nessa área:
No IMI, Imposto Municipal sobre Imóveis, é nossa intenção manter a média da receita dos últimos três anos durante os próximos três anos, ou seja, sempre que a receita anual do IMI cresça acima da média (conforme se prevê) reduziremos o imposto no ano seguinte.
Na prática, isto significa que nos próximos anos iremos baixar a taxa do IMI dividindo com as famílias o esforço de contenção necessário.
Vamos reduzir a derrama sobre o IRC em 25%, com o objectivo claro de ajudar a nossa indústria e nosso comércio a aguentar da melhor forma a actual crise e, ao mesmo tempo, procurar um forte impulso à instalação de novas unidades, contribuindo para uma melhoria do emprego e desse modo melhores condições sociais dos munícipes.
Vamos ainda reduzir as taxas para novas e alternativas indústrias que se queiram instalar em Guimarães.
Vamos ainda reduzir para metade os custos de ligação de água e saneamento.
Apostaremos numa forte campanha de esclarecimento e promoção de novas ligações, contribuindo para que todos os munícipes tenham acesso à rede e deste modo à água de consumo de qualidade.
Vamos, fundamentalmente, proteger a saúde pública, democratizando o acesso às redes e, dessa forma, chegando ao máximo de vimaranenses.
Os impostos e taxas municipais afectam e condicionam a vida das pessoas e das empresas.
Numa altura difícil, como a que vivemos hoje, é importante saber cobrar com equilíbrio e não às cegas como hoje acontece.
O esforço de poupança da autarquia deve ser feito através de políticas de transparência e descentralização que saldem a quebra de receitas inerentes a estas nossas propostas.
A transparência como atitude presente no quotidiano da autarquia permitirá, desde logo, baixar os custos de aquisição de serviços e o valor das empreitadas bem como o seu controlo, evitando assim os tradicionais custos a mais.
A descentralização permitirá uma maior eficiência da máquina administrativa, nomeadamente, através de uma definição de prioridades mais próxima das necessidades do cidadão, o que conduzirá a opções de investimento mais racionais.
Além disso, assumimos o compromisso de, nos primeiros dois anos de mandato, não admitir novos funcionários na Câmara Municipal.
Entendemos que hoje é fundamentalmente necessário olhar para as pessoas e para o futuro da nossa economia.
Connosco, as preocupações são as famílias e as empresas.
Connosco, a principal preocupação é o futuro de Guimarães e não as “obras de regime” que não interessam à imensa maioria dos vimaranenses.
É fundamental que a Câmara Municipal não continue, como até aqui, a gastar acima das suas possibilidades e a gastar mal.
Estas são algumas das nossas medidas fundamentais nessa área:
No IMI, Imposto Municipal sobre Imóveis, é nossa intenção manter a média da receita dos últimos três anos durante os próximos três anos, ou seja, sempre que a receita anual do IMI cresça acima da média (conforme se prevê) reduziremos o imposto no ano seguinte.
Na prática, isto significa que nos próximos anos iremos baixar a taxa do IMI dividindo com as famílias o esforço de contenção necessário.
Vamos reduzir a derrama sobre o IRC em 25%, com o objectivo claro de ajudar a nossa indústria e nosso comércio a aguentar da melhor forma a actual crise e, ao mesmo tempo, procurar um forte impulso à instalação de novas unidades, contribuindo para uma melhoria do emprego e desse modo melhores condições sociais dos munícipes.
Vamos ainda reduzir as taxas para novas e alternativas indústrias que se queiram instalar em Guimarães.
Vamos ainda reduzir para metade os custos de ligação de água e saneamento.
Apostaremos numa forte campanha de esclarecimento e promoção de novas ligações, contribuindo para que todos os munícipes tenham acesso à rede e deste modo à água de consumo de qualidade.
Vamos, fundamentalmente, proteger a saúde pública, democratizando o acesso às redes e, dessa forma, chegando ao máximo de vimaranenses.
Os impostos e taxas municipais afectam e condicionam a vida das pessoas e das empresas.
Numa altura difícil, como a que vivemos hoje, é importante saber cobrar com equilíbrio e não às cegas como hoje acontece.
O esforço de poupança da autarquia deve ser feito através de políticas de transparência e descentralização que saldem a quebra de receitas inerentes a estas nossas propostas.
A transparência como atitude presente no quotidiano da autarquia permitirá, desde logo, baixar os custos de aquisição de serviços e o valor das empreitadas bem como o seu controlo, evitando assim os tradicionais custos a mais.
A descentralização permitirá uma maior eficiência da máquina administrativa, nomeadamente, através de uma definição de prioridades mais próxima das necessidades do cidadão, o que conduzirá a opções de investimento mais racionais.
Além disso, assumimos o compromisso de, nos primeiros dois anos de mandato, não admitir novos funcionários na Câmara Municipal.
Entendemos que hoje é fundamentalmente necessário olhar para as pessoas e para o futuro da nossa economia.
Connosco, as preocupações são as famílias e as empresas.
Connosco, a principal preocupação é o futuro de Guimarães e não as “obras de regime” que não interessam à imensa maioria dos vimaranenses.
Programa eleitoral do PSD-Guimarães: 3º Pilar - Transparência
Uma das grandes conquistas da Revolução de Abril foi a afirmação da ideia de que o poder político e as responsabilidades públicas têm sempre de ser exercidas em nome do povo e para o povo.
Por isso mesmo, toda a actividade política tem de ser norteada pela preocupação de defesa do interesse público.
31 anos depois da Revolução dos Cravos, todos nós temos que exigir que os capitais públicos sejam sempre usados para fins públicos e nunca para fins privados; e que o erário público seja gerido com total transparência e rigor. Só assim é possível garantir que o mandato conferido pela população aos seus representantes é integralmente respeitado.
É assim em relação a todos os níveis de governação. É, portanto, também assim em relação às câmaras municipais.
O PSD de Guimarães tem-se empenhado em defender, de forma intransigente, estas bandeiras e estes princípios. É por isso que sempre que existem dúvidas legítimas sobre a transparência com que os dinheiros públicos são geridos e sobre o rigor com que as responsabilidades políticas são assumidas, o PSD de Guimarães tem levantado a voz exigindo esclarecimentos e a assunção de responsabilidades.
Fizemo-lo, para dar apenas um exemplo deste tipo de negócios, na denúncia do acordo ruinoso para o erário público que consistiu na assinatura pelo Presidente da Câmara de Guimarães do acordo pelo qual se permutaram terrenos da Veiga de Creixomil, onde foi construída a cidade desportiva, por futuros lotes da Quinta do Outeiro: um acordo que prejudicou o erário público em cerca de 600 mil contos.
Fizêmo-lo na denúncia do atraso no processo de revisão do Plano Director Municipal. Atraso esse que só tem uma justificação: a má qualidade do PDM que aí vem e, portanto, o receio que o PS tem de perder votos caso o apresente antes das eleições.
Fazêmo-lo na luta permanente pela existência de um sistema claro, transparente e rigoroso de atribuição de subsídios às associações do concelho de Guimarães. Não podemos admitir que se ponha em causa o trabalho de dedicação à comunidade de tantos e tantos cidadãos só porque não partilham as ideias defendidas pelo poder.
A democracia não se apregoa, pratica-se. O PSD está pronto para assegurar a total transparência na gestão dos dinheiros públicos e na assunção de responsabilidades na Câmara Municipal de Guimarães.
Por isso mesmo, toda a actividade política tem de ser norteada pela preocupação de defesa do interesse público.
31 anos depois da Revolução dos Cravos, todos nós temos que exigir que os capitais públicos sejam sempre usados para fins públicos e nunca para fins privados; e que o erário público seja gerido com total transparência e rigor. Só assim é possível garantir que o mandato conferido pela população aos seus representantes é integralmente respeitado.
É assim em relação a todos os níveis de governação. É, portanto, também assim em relação às câmaras municipais.
O PSD de Guimarães tem-se empenhado em defender, de forma intransigente, estas bandeiras e estes princípios. É por isso que sempre que existem dúvidas legítimas sobre a transparência com que os dinheiros públicos são geridos e sobre o rigor com que as responsabilidades políticas são assumidas, o PSD de Guimarães tem levantado a voz exigindo esclarecimentos e a assunção de responsabilidades.
Fizemo-lo, para dar apenas um exemplo deste tipo de negócios, na denúncia do acordo ruinoso para o erário público que consistiu na assinatura pelo Presidente da Câmara de Guimarães do acordo pelo qual se permutaram terrenos da Veiga de Creixomil, onde foi construída a cidade desportiva, por futuros lotes da Quinta do Outeiro: um acordo que prejudicou o erário público em cerca de 600 mil contos.
Fizêmo-lo na denúncia do atraso no processo de revisão do Plano Director Municipal. Atraso esse que só tem uma justificação: a má qualidade do PDM que aí vem e, portanto, o receio que o PS tem de perder votos caso o apresente antes das eleições.
Fazêmo-lo na luta permanente pela existência de um sistema claro, transparente e rigoroso de atribuição de subsídios às associações do concelho de Guimarães. Não podemos admitir que se ponha em causa o trabalho de dedicação à comunidade de tantos e tantos cidadãos só porque não partilham as ideias defendidas pelo poder.
A democracia não se apregoa, pratica-se. O PSD está pronto para assegurar a total transparência na gestão dos dinheiros públicos e na assunção de responsabilidades na Câmara Municipal de Guimarães.
Programa eleitoral do PSD-Guimarães: 2º Pilar - Descentralização
“Guimarães, cidade dos 100.000 habitantes”.
Foi com esta palavra de ordem que o actual Presidente da Câmara Municipal tomou posse no presente mandato.
A década de 90 e os primeiros anos do novo milénio foram tempos de grande crescimento imobiliário, assente na baixa das taxas de juro e facilidade de crédito à habitação.
Face ao elevado número de pedidos de licenciamento para construção, a Câmara Municipal de Guimarães acreditou ser possível transformar o sonho em realidade.
Esqueceu-se que o crescimento imobiliário não é sinónimo de desenvolvimento económico sustentado.
Nesse sentido, centrou os últimos planos de actividade numa componente de investimentos públicos na cidade, aumentando geometricamente o endividamento e hipotecando futuros orçamentos.
Pretendia-se que a cidade exercesse uma forte atracção sobre as freguesias, bem como eventualmente sobre populações doutros concelhos, criando uma espiral de migração em quantidade e qualidade que contribuísse para o objectivo proposto.
Só que não é a actividade imobiliária que faz crescer as cidades. Ao contrário, uma forte actividade industrial, comercial, de serviços, turística e cultural é que sustentará o desenvolvimento social e com ele o crescimento equilibrado do concelho.
Os últimos censos demonstram que não houve significativa migração para a cidade. As freguesias mais urbanas resistiram à atracção dado terem vida própria. As pessoas precisam de vir à cidade, mas não de viver nela.
A nossa proposta vai no sentido de estimular e desenvolver outras centralidades, dado que já existem, complementares à cidade, facilitando ao máximo a sua ligação à sede do concelho.
Estas novas centralidades desenvolver-se-ão a partir das Freguesias que, dada a sua elevada população, equipamentos e infra-estruturas já instaladas, funcionarão como âncoras, permitindo uma interacção com freguesias limítrofes, potenciando sinergias que criem condições para um desenvolvimento sustentado e participado.
As acessibilidades à sede do concelho serão instrumentos prioritários para a exequibilidade da política de desenvolvimento que propomos. Um planeamento, gestão urbanística e serviços descentralizados, bem como um aumento substancial do investimento em infra-estruturas, equipamentos e requalificação urbana, serão uma obrigação política e orçamental.
O apoio às associações culturais, desportivas e de utilidade pública em geral, que já são hoje, pelo seu dinamismo, capacidade de discussão e análise das realidades locais, o embrião das novas centralidades é um imperativo de consciência.
O caminho que escolhemos para concretizar a nossa proposta é o da descentralização como contraponto para a actual política autárquica e como garante da unidade territorial do nosso concelho.
Descentralizar passará necessariamente por:
1- Para além da aposta de sempre na cidade de Guimarães e da sua privilegiada relação com as populações da bacia do Selho, fomentar duas novas grandes centralidades:
uma em torno das Vilas das Taipas e Ponte, relacionando-se com as populações da bacia do Ave;
uma outra em torno das vilas de Moreira de Cónegos e Lordelo, relacionando-se, por sua vez, com as populações da Bacia do Vizela.
2- Propor futuros orçamentos em que se declare, à partida, que fatias específicas de investimentos serão destacadas para desenvolver as futuras centralidades.
Não se pretende uma divisão do bolo orçamental, mas sim uma transparência do processo e um orçamento orientados para objectivos políticos sufragados pelo povo.
3- Vamos descentralizar para estes novos centros alguns serviços da autarquia, num programa ponderado e faseado, aproveitando e rentabilizando as novas tecnologias da informação, que permitirão sempre a centralização de dados e, deste modo, a supervisão do executivo autárquico.
4- Para tal, reorganizaremos os serviços camarários, redistribuindo os actuais recursos humanos pelas novas centralidades, com benefício para os próprios funcionários e também para o público.
5- Investiremos fortemente nas redes informáticas da autarquia e na qualificação dos funcionários, criando uma infraestrutura moderna e operacional, descentralizada e fácil de utilizar, aproximando os serviços dos munícipes, ao mesmo tempo que se melhora a supervisão em tempo real.
6- Serão estabelecidos na prática novos padrões de qualidade e rapidez de atendimento e de resposta às solicitações exteriores, fazendo com que o exemplo dos sectores mais eficientes contagie toda a estrutura.
Foi com esta palavra de ordem que o actual Presidente da Câmara Municipal tomou posse no presente mandato.
A década de 90 e os primeiros anos do novo milénio foram tempos de grande crescimento imobiliário, assente na baixa das taxas de juro e facilidade de crédito à habitação.
Face ao elevado número de pedidos de licenciamento para construção, a Câmara Municipal de Guimarães acreditou ser possível transformar o sonho em realidade.
Esqueceu-se que o crescimento imobiliário não é sinónimo de desenvolvimento económico sustentado.
Nesse sentido, centrou os últimos planos de actividade numa componente de investimentos públicos na cidade, aumentando geometricamente o endividamento e hipotecando futuros orçamentos.
Pretendia-se que a cidade exercesse uma forte atracção sobre as freguesias, bem como eventualmente sobre populações doutros concelhos, criando uma espiral de migração em quantidade e qualidade que contribuísse para o objectivo proposto.
Só que não é a actividade imobiliária que faz crescer as cidades. Ao contrário, uma forte actividade industrial, comercial, de serviços, turística e cultural é que sustentará o desenvolvimento social e com ele o crescimento equilibrado do concelho.
Os últimos censos demonstram que não houve significativa migração para a cidade. As freguesias mais urbanas resistiram à atracção dado terem vida própria. As pessoas precisam de vir à cidade, mas não de viver nela.
A nossa proposta vai no sentido de estimular e desenvolver outras centralidades, dado que já existem, complementares à cidade, facilitando ao máximo a sua ligação à sede do concelho.
Estas novas centralidades desenvolver-se-ão a partir das Freguesias que, dada a sua elevada população, equipamentos e infra-estruturas já instaladas, funcionarão como âncoras, permitindo uma interacção com freguesias limítrofes, potenciando sinergias que criem condições para um desenvolvimento sustentado e participado.
As acessibilidades à sede do concelho serão instrumentos prioritários para a exequibilidade da política de desenvolvimento que propomos. Um planeamento, gestão urbanística e serviços descentralizados, bem como um aumento substancial do investimento em infra-estruturas, equipamentos e requalificação urbana, serão uma obrigação política e orçamental.
O apoio às associações culturais, desportivas e de utilidade pública em geral, que já são hoje, pelo seu dinamismo, capacidade de discussão e análise das realidades locais, o embrião das novas centralidades é um imperativo de consciência.
O caminho que escolhemos para concretizar a nossa proposta é o da descentralização como contraponto para a actual política autárquica e como garante da unidade territorial do nosso concelho.
Descentralizar passará necessariamente por:
1- Para além da aposta de sempre na cidade de Guimarães e da sua privilegiada relação com as populações da bacia do Selho, fomentar duas novas grandes centralidades:
uma em torno das Vilas das Taipas e Ponte, relacionando-se com as populações da bacia do Ave;
uma outra em torno das vilas de Moreira de Cónegos e Lordelo, relacionando-se, por sua vez, com as populações da Bacia do Vizela.
2- Propor futuros orçamentos em que se declare, à partida, que fatias específicas de investimentos serão destacadas para desenvolver as futuras centralidades.
Não se pretende uma divisão do bolo orçamental, mas sim uma transparência do processo e um orçamento orientados para objectivos políticos sufragados pelo povo.
3- Vamos descentralizar para estes novos centros alguns serviços da autarquia, num programa ponderado e faseado, aproveitando e rentabilizando as novas tecnologias da informação, que permitirão sempre a centralização de dados e, deste modo, a supervisão do executivo autárquico.
4- Para tal, reorganizaremos os serviços camarários, redistribuindo os actuais recursos humanos pelas novas centralidades, com benefício para os próprios funcionários e também para o público.
5- Investiremos fortemente nas redes informáticas da autarquia e na qualificação dos funcionários, criando uma infraestrutura moderna e operacional, descentralizada e fácil de utilizar, aproximando os serviços dos munícipes, ao mesmo tempo que se melhora a supervisão em tempo real.
6- Serão estabelecidos na prática novos padrões de qualidade e rapidez de atendimento e de resposta às solicitações exteriores, fazendo com que o exemplo dos sectores mais eficientes contagie toda a estrutura.
Programa eleitoral do PSD-Guimarães: 1º Pilar - Emprego
A região do Ave, na qual se inclui o nosso concelho, assentou o seu desenvolvimento na indústria têxtil.
Actualmente, assiste-se a uma revolução industrial tecnológica que, aliada à globalização, alterou substancialmente as relações de produção bem como as regras comerciais.
As máquinas tendem a substituir os homens e as empresas tradicionais deslocaram-se para mercados de mão-de-obra barata.
O efeito no tecido industrial do nosso concelho é visível. O número de empresas em situação de falência é já significativo. O número de cidadãos activos inscritos no centro de emprego aproxima-se dos 14.000. Temos receio que no curto prazo o concelho de Guimarães venha a viver uma situação de depressão económica prolongada, contra a qual temos obrigação de definir caminhos políticos alternativos que mobilizem as forças activas do nosso concelho e a população em geral.
Uma aposta no turismo e serviços é um caminho. No entanto, a indústria como base de desenvolvimento do nosso concelho ainda é possível e necessária. Os nossos principais activos serão a capacidade de risco que sempre demonstrámos e a juventude da população.
Se tivermos condições de dar uma formação profissional de base tecnológica aos nossos jovens para que se adaptem às novas necessidades da indústria e se implementarmos uma política de desenvolvimento concelhia que nos torne atractivos ao investimento de certeza que ultrapassaremos a actual crise. A capacidade de risco e de trabalho ainda cá estão.
Consideramos que a Câmara Municipal terá que ter um papel activo no desenvolvimento económico do concelho, acompanhando de perto o evoluir da actual crise e contribuindo com políticas que fomentem o emprego e formação profissional.
Se este é o maior problema social do concelho, terá que ser a primeira preocupação do executivo camarário.
As nossas propostas políticas que pretendemos implementar na Câmara Municipal, contribuindo assim para o fim da inércia da autarquia sobre o tema central para o desenvolvimento sustentado do Concelho de Guimarães são as seguintes:
1 - Criação de um pelouro para o Desenvolvimento Económico e Formação Profissional.
2 – Criação de um Conselho Consultivo para o Desenvolvimento Económico e Formação Profissional tendo nele assento, entre outros, os partidos políticos com assento na Assembleia Municipal, os sindicatos, as associações patronais, a Universidade do Minho, o Conselho de Administração do Ave Parque, o Conselho de Administração da AMAVE e o Instituto do Emprego e Formação Profissional, entre outros.
3 – Construção no Parque Tecnológico das Taipas de uma escola de formação profissional devidamente equipada que integre as actualmente existentes no concelho e desenvolva valências tecnologicamente avançadas como a electrónica, informática, mecânica, electricidade e outras.
Pretendemos promover a ligação entre a referida escola de formação profissional e a Universidade do Minho de forma que esta faça o aconselhamento técnico e pedagógico da mesma.
Os fundos estruturais para a formação serão, desta forma, centralizados, potenciando o seu efeito, e o controlo pedagógico da formação será mais facilitado.
4 – Alteração da política de solos do actual executivo, que, como é sabido, assenta na vertente imobiliária. Ao invés, colocaremos a política de solos ao serviço do desenvolvimento integrado do concelho. Para isso, é necessário antes do fim da revisão do PDM adquirir uma bolsa de terrenos a preços não especulativos para, deste modo, criar condições para a Câmara Municipal construir novos parques industriais que, respeitando o ambiente, fomentem novos investimentos no concelho.
5 – Redução das taxas de construção para novas unidades industriais.
6 – Redução das taxas de loteamento para parques industriais privados desde que para indústrias de tecnologia avançada.
7 – Redução da actual derrama sobre o IRC em 25%.
São estas medidas que, nesta área, propomos à população, como parcelas de uma política global que pretende atender à actual situação de crise industrial, contribuindo para a ultrapassar, em prol do desenvolvimento económico sustentado do Concelho, dando assim resposta aos problemas sociais que ela representa.
Actualmente, assiste-se a uma revolução industrial tecnológica que, aliada à globalização, alterou substancialmente as relações de produção bem como as regras comerciais.
As máquinas tendem a substituir os homens e as empresas tradicionais deslocaram-se para mercados de mão-de-obra barata.
O efeito no tecido industrial do nosso concelho é visível. O número de empresas em situação de falência é já significativo. O número de cidadãos activos inscritos no centro de emprego aproxima-se dos 14.000. Temos receio que no curto prazo o concelho de Guimarães venha a viver uma situação de depressão económica prolongada, contra a qual temos obrigação de definir caminhos políticos alternativos que mobilizem as forças activas do nosso concelho e a população em geral.
Uma aposta no turismo e serviços é um caminho. No entanto, a indústria como base de desenvolvimento do nosso concelho ainda é possível e necessária. Os nossos principais activos serão a capacidade de risco que sempre demonstrámos e a juventude da população.
Se tivermos condições de dar uma formação profissional de base tecnológica aos nossos jovens para que se adaptem às novas necessidades da indústria e se implementarmos uma política de desenvolvimento concelhia que nos torne atractivos ao investimento de certeza que ultrapassaremos a actual crise. A capacidade de risco e de trabalho ainda cá estão.
Consideramos que a Câmara Municipal terá que ter um papel activo no desenvolvimento económico do concelho, acompanhando de perto o evoluir da actual crise e contribuindo com políticas que fomentem o emprego e formação profissional.
Se este é o maior problema social do concelho, terá que ser a primeira preocupação do executivo camarário.
As nossas propostas políticas que pretendemos implementar na Câmara Municipal, contribuindo assim para o fim da inércia da autarquia sobre o tema central para o desenvolvimento sustentado do Concelho de Guimarães são as seguintes:
1 - Criação de um pelouro para o Desenvolvimento Económico e Formação Profissional.
2 – Criação de um Conselho Consultivo para o Desenvolvimento Económico e Formação Profissional tendo nele assento, entre outros, os partidos políticos com assento na Assembleia Municipal, os sindicatos, as associações patronais, a Universidade do Minho, o Conselho de Administração do Ave Parque, o Conselho de Administração da AMAVE e o Instituto do Emprego e Formação Profissional, entre outros.
3 – Construção no Parque Tecnológico das Taipas de uma escola de formação profissional devidamente equipada que integre as actualmente existentes no concelho e desenvolva valências tecnologicamente avançadas como a electrónica, informática, mecânica, electricidade e outras.
Pretendemos promover a ligação entre a referida escola de formação profissional e a Universidade do Minho de forma que esta faça o aconselhamento técnico e pedagógico da mesma.
Os fundos estruturais para a formação serão, desta forma, centralizados, potenciando o seu efeito, e o controlo pedagógico da formação será mais facilitado.
4 – Alteração da política de solos do actual executivo, que, como é sabido, assenta na vertente imobiliária. Ao invés, colocaremos a política de solos ao serviço do desenvolvimento integrado do concelho. Para isso, é necessário antes do fim da revisão do PDM adquirir uma bolsa de terrenos a preços não especulativos para, deste modo, criar condições para a Câmara Municipal construir novos parques industriais que, respeitando o ambiente, fomentem novos investimentos no concelho.
5 – Redução das taxas de construção para novas unidades industriais.
6 – Redução das taxas de loteamento para parques industriais privados desde que para indústrias de tecnologia avançada.
7 – Redução da actual derrama sobre o IRC em 25%.
São estas medidas que, nesta área, propomos à população, como parcelas de uma política global que pretende atender à actual situação de crise industrial, contribuindo para a ultrapassar, em prol do desenvolvimento económico sustentado do Concelho, dando assim resposta aos problemas sociais que ela representa.
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