2006/07/09

DeutshChronik.12

A última. E a mais triste, pois não esperava que acabasse com uma copiosa derrota como a de ontem.

Mas adiante, que das trsistezas não quero viver...

Analisando o comportamento, como já o disse, para mim que nem sequer esperava que se qualificassem para os oitavos de final, foi muito positivo. Fizeram o pleno no grupo, ganharam à Holanda e na roleta dos penaltis afastaram a Inglaterra.

Com a França fizeram uma boa primeira parte. Na segunda, com o passar do tempo, começaram a jogar com o coração e não a cabeça. Mais uma vez caímos numa meia final contra a França de Zidane. Foi pena. Mas não isento de erros vários que fui aqui apontando.

Ontem, apesar de ser o jogo dos derrotados, a feijões, esperava mais dos nossos jogadores. Desde logo, não esperava ver um frango do Ricardo, que como aqui escrevi e disse na TSF, tinha estado em bom plano até agora. Borrou a pintura...

Depois, o Costinha voltou a demonstrar que não deveria ter ido ou, na melhor das hipoteses, fazia companhia ao Jorge Andrade como jogador não convocado. Em 45 minutos só jogou para trás, viu um amarelo e não viu o segundo por sorte, pois a bola ficou com um alemão que seguiu o jogo e o árbitro não interrompeu, pois caso contrário o Costinha ficaria com um record, de certeza, de ter sido expulso 2 vezes num mundial...

O Cristiano, apesar da campanha que a imprensa e parte da FIFA fizeram contra ele, foi ontem o principal motor da equipa. O Maniche foi o único daqueles que critiquei ter sido convocado que mostrou-me estar enganado. Ontem, tendo sido o seu jogo mais fraco, foi mesmo assim de bom nível. O Figo mostrou sempre que teve a parte fisica em condições que é bom. O Ricardo Carvalho é um senhor, como se viu ontem na sua ausência.

O Miguel, Paulo Ferreira, Petit, Simão, Nuno Valente, Pauleta, Postiga, Nuno Gomes ou Meira são jogadores medianos que quando bem acompanhados produzem algo mais, mas normalmente o máximo que se lhes pode pedir é que não comprometam muito.

O Boa Morte, o Caneira, o Ricardo Costa, o Hugo Viana, o Quim ou o Paulo Santos não contam, estavam lá para fazer número e espero que tenham gostado da estadia.

Agora vem a renovação.

Como muito bem disse um comentador deste blog, acabou a era da equipa construída pelo Mourinho que o Scolari "esbichou" até ao tutano. O Maniche, o Ricardo Carvalho e o Deco talvez ainda possam fazer o próximo Europeu ao mais alto nível, quem sabe até o mundial seguinte, mas o Costinha, o Nuno Valente, o Figo, o Pauleta e o Nuno Gomes acabaram. Chegou a altura da renovação. De entrarem o Quaresma, o Moutinho, o Meireles, o Manuel Fernandes. O Hugo Almeida, se conseguir começar a marcar golos de forma regular. O Vieirinha se conseguir afirmar-se nos séniores. Serão eles capazes de nos dar novamente alegrias? Serão eles capazes de se unir e formar um grupo de nível europeu, logo mundial? Não sei ainda, reconheço muito potencial a muitos deles, mas ainda não mostraram quase nada. O Peixe tinha muito potencial e nunca mostrou aquilo que valia. O Fernando Mendes só aos 29 anos se afirmou como grande defesa esquerdo. Tantos que nunca se afirmaram nos seus anos de ouro...

Por último, Scolari fica ou sai. Daquilo que me fui apercebendo dele, diria que sai. Porque não me parece que ele queira protagonizar essa revolução sem garantias de resultados para manter a aura dele de vencedor. No entanto, há uma grande parte do país que se deixou enganar por essa mistica de vencedor que não ganha nada há 4 anos... E há forte pressão para que continue. Neste momento diria que vai ficar, o que será bom para destruir o mito... Se não ficar, será bom também desde que se encontre um homem com um perfil para encabeçar essa revolução, alguém como o Klinsmann ou o Van Bastenn que o fizeram nas suas selecções. Não sei ainda quem, mas de quem eu gosto mesmo é do Cruyjff...

2006/07/07

0,999€

Para todos em Guimarães que andam a meter gasoleo acima de 1 euro, como na Galp a 1,078€, informo que hoje o Intermarché ainda tinha gasoleo a 0,999€!

É poupar e prejudicar a Galp, meus amigos, só assim é que eles percebem que têm de baixar os preços! São menos 0,079€/litro, quase 8 centimos, quase 16 escudos na moeda antiga... Roubalheira!

Eu meto 35€ por semana (melhor dizendo, por cada 6 dias) e desde 1 de Abril que tenho quase sempre metido a este preço (à excepção de algumas, poucas, tipo 3 semanas, em que esteve a 1,029€) o que significa que em 13 semanas a 35 litros de cada vez, poupei 13*35*0,079, isto é, 35,945€, ou seja, abasteci uma vez de graça em relação aos preços praticados pela Galp, BP e Repsol!

2006/07/06

DeutshChronik.11

Hoje, depois de várias tentativas frustradas anteriores, tive direito a participar no Forum TSF sobre a nossa prestação no Mundial.

Basicamente, disse aquilo que tenho aqui escrito.

Que não fiquei triste nem desiludido ontem pois fizeram muito mais do que aquilo que eu esperava que tivessem feito.

A minha desilusão foi no dia 15 de Maio, quando o Scolari anunciou os convocados e estavam lá os 11 preferidos e alguns jogadores para encher a lista, para fazer número. Não eram alternativas reais, era o Ricardo Costa como podia ter sido o Manuel Silva, era o Nuno Gomes como podia ter sido o Nuno Ribeiro, era o Luís Boa Morte como podia ter sido Luís Aleluia! Quero com isto dizer que não havia "banco", alternativas crediveis aos "incondicionais". Mas não só. Vários jogadores estavam em sub-rendimento: Nuno Gomes (sem jogar desde Março, a recuperar de lesão), Maniche e Costinha (em litigio com o clube russo e com pouco jogos nas pernas em Inglaterra o Maniche), Postiga que marcou 6 golos em 2 épocas, Nuno Valente que jogou aos tropeções (fazia um jogo e parava dois por lesão muscular) ou Hugo Viana (que quase não jogava no Valencia).

Depois disso, com a infelicidade da lesão do Deco no inicio do estágio e com a idade do Figo a não permitir-lhe ter o mesmo rendimento um jogo inteiro e vários jogos tão seguidos, o descalabro foi ontem mas podia ter sido em qualquer jogo anterior.

Felizmente que houve coisas boas. Desde logo, Maniche, para mim o nosso melhor jogador porque mais regular em todos os jogos, nunca tendo jogado mal e por vezes tendo atingido a excelecência. Mostrou-me que merecia a convocação. Depois, o Ronaldo. Que grande jogador aos 21 anos de idade. Potencia, sentido de baliza, velocidade, técnica. Vai ser, não tarda muito, o concorrente do Ronaldinho e do Kaká ao titulo de melhor do mundo. Também o Figo esteve muito bem, enquanto as pernas ajudaram, como ontem na 1ª parte. O Ricardo, mesmo não sendo o meu favorito (que como todos sabem é o Baia) esteve bem e não comprometeu e ainda salvou o couro do Scolari contra a Inglaterra. O Meira, após o desacerto nos 3 primeiros jogos, emendou e fez 3 jogos limpos e muito bons. O Ricardo Carvalho, para mim o melhor do mundo na sua posição, teve o azar de ficar ligado à eliminação no único falhanço em 6 jogos!

Ao seu nível normal tivemos o Miguel, o Nuno Valente ou o Petit.

De resto, foram só desilusões. O Deco, desde logo, talvez por causa da parte fisica. Mas o Pauleta, o Simão, o Boa Morte ou o Tiago foram fazer turismo de luxo à Alemanha.

Falhou o banco. Falhou o seleccionador. Talvez tenha acabado o ciclo iniciado em 2000, com a meia final do Europeu, passando pela conquista da UEFA e da Liga dos Campeões em 2003 e 2004 pelo FC Porto e também pelas boas prestações do Boavista nesses anos e pela final do nosso Euro em 2004.

Agora chegou a altura da renovação de gerações. Ricardo, Meira, Valente, Costinha, Figo, Pauleta, Nuno Gomes, todos com mais de 29 anos, não têm muitos mais anos e jogos a dar à selecção. Vão entrar os Meireles, Vianas, Almeidas e outros que tais.

Vitórias morais não me servem, pois no futebol enquanto adepto do FC Porto habituei-me a ganhar muito e muitas vezes, cá dentro e lá fora. Espero que, fiquem ou não o seleccionador mais o inenarrável "rolhas" do presidente da FPF, a seleccção ainda me venha a dar as alegrias que o meu clube tantas vezes me deu desde que começei a ir ao futebol, no final dos anos 70, com pouco mais de 6 anos de idade!

2006/07/05

DeutshChronik.10

A Itália, com a sua habitual eficácia e cinismo de marcar nos instantes finais do jogo, levou a carta a Garcia. Está na final e eliminou a anfitriã Alemanha que deveria ter caído mais cedo aos pés da Argentina com a equipa mais forte desde a campeã em 1986.

Hoje somos nós que vamos entrar em campo para defrontar a nossa besta negra das semi-finais: a França. Em quatro semi-finais que estivemos, tivemos quase sempre insucesso, mas metade delas foi com a França contra quem perdemos sempre no prolongamento.

A geração de ouro, que nunca ganhou nada nos séniores, tem hoje a possibilidade através do seu único representante/sobrevivente, Luís Figo, de conquistar a prova de vida em como merece ser considerada como uma geração vencedora, que abriu caminhos novos ao futebol português.

Pessoalmente, estou pouco animado. Como tenho estado desde o principio, conforme aqui tenho escrito, apesar de ainda estarmos em prova contra os meus prognósticos. Mas numa competição em que o lema máximo foi dado pelo técnico brasileiro, Carlos Alberto Parreira, dizendo que dar "espectáculo é ganhar", está quase tudo dito. As equipas têm optado demasiado pela táctica, pela submissão dos jogadores às tácticas impostas pelos treinadores, pela contenção, pelo medo de arriscar, pela não utilização de jogadores "fantasistas" em detrimento dos jogadores "colectivistas". Tem sido o Mundial do medo e não o do espectáculo, sem um jogo que fique para memória futura como tantos ficaram em tantos mundiais. Pessoalmente posso dizer que alguns dos mais altos momentos que me recordo do futebol foram passados em mundiais: o Brasil x Itália de 82, as grandes exibições de Roger Milla dos Camarões no despertar de África para o futebol, o semi-deus Maradona em 1986, onde cada jogo da Argentina era um espectáculo dentro do espectáculo, o fantástico Romário em 1994, os jogos recheados de espectáculo da Bulgária do Stoichkov, Kostadinov e Balakov, completamente virada para o ataque. E tantas coisas mais. Deste mundial, apenas alguns golos dipersos pela competição...

E, de facto, o espectáculo tem sido ganhar. Porque mesmo com jogos fracos, aborrecidos, de futebol de contenção e sonolentos, as massas adeptas têm feito a festa da vitória após o final das partidas, que na Alemanha quer um pouco por todo o Portugal no que a nós nos diz respeito. Por isso, espero ganhar hoje, pois só assim no final poderei fazer a festa...

NOTA - E mesmo que ganhe, e que até seja campeão do mundo, continuo a não gostar do Scolari e continuo a achar que não é nem grande treinador nem o seleccionador ideal. Para mim esse tem um nome, chama-se Johan Cruijff.

2006/07/03

DeutshChronik.9

O jogo foi fraco, emotivo, mas fraco.

Mais uma vez as debilidades de Scolari no banco vieram ao de cima: desde os 60 minutos com mais um jogador em campo (como contra o México) e não tirou qualquer vantagem disso. Para além disso, as substituições foram fracas: a equipa precisava de subir mais e a Inglaterra só tinha o gigante Crouch na frente, pelo que podia ter abdicado de Nuno Valente (por exemplo, por Paulo Ferreira a jogar no meio campo como tantas vezes fez o Mourinho no FC Porto quando em vantagem numérica) ou ser mais audaz e meter outro ponta de lança no apoio a Pauleta.

Acabou a série vitoriosa dele, uma vez que este jogou ficou empatado. O que lhe vale é a Senhora do Caravaggio (para os crentes) ou a tremenda sorte que o acompanha (para todos os outros) e que nos pénaltis lá lhe deu mais uma passagem à fase seguinte.

Para a posteridade, fica o processo dos penaltis pela voz dos comentadores da BBC.



E quarta feira, os franceses na meia final. A ver se à terceira quebramos o enguiço depois das meias finais perdidas contra eles em 1984 e 2000...

2006/06/30

Restaurador Olex

Isto é fabuloso! As coisas que se encontram na net...

DeutshChronik.8

A Argentina já caiu (ou foi empurrada?) e tudo se encaminha para que a final seja a tão desejada pela FIFA Alemanha x Brasil.

Hoje à noite joga a cinica Itália contra a inexperiente Ucrania. Estes irão jogar com o seu poderio fisico, fazer gato-sapato dos italianos e no final vão perder 1-0, como habitualmente!

Amanhã jogamos nós com a Inglaterra e não sei se teremos muitas chances sem o Deco. Contra Angola foi o que se viu, um deserto de ideias. Mas mesmo que passemos, na meia final contra o Brasil não passaremos...

À pedrada!

Pois é, generalizou-se!

Logo depois do Presidente dos Presidentes de Câmaras ter incitado as populações, temos o Presidente da Câmara de Guimarães que numa entrevista a um jornal local (Reflexo, das Taipas) explana o seu já conhecido pensamento das caneladas para a pedrada, ameaçando de calhau para cima! Edificante, sem dúvidas, ou não se tratasse de material de construção...

Para a posteridade fica a frase, retirada do Noticias de Guimarães de hoje, bela e quase poética:

"Quando me atiram a primeira pedra, se eu puder atirar um calhau dos grandes, vai um calhau dos grandes"


Aliás, esta semana foi proficua em revelar algumas das melhores diatribes desta espécie de políticos muito especifica, os Presidentes das Câmaras! Para além destes, ainda ficamos a saber que o Presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes e anterior candidato à liderança do PSD, vai homenagear o antigo Ministro socialista Jorge Coelho, conhecido pela sua frase de que "quem se meter com o PS, leva" e pela original utilização da forma verbal "hadem" em pleno parlamento e pelo envolvimento, muito suspeito pelo que se pode ler em vários órgãos de comunicação social e alvo de investigações judiciais com o antigo Presidente da Câmara de Cascais, José Luís Judas e um dos maiores empreiteiros da região Lisboa-Cascais! E o correlegionário mas inimigo figadal vizinho Rui Rio impõe cláusulas de "boca fechada" em protocolos com instituições da cidade para financiar com dinheiros públicos as suas actividades, aliás coisa seguida de perto por Menezes em Gaia que impõe aos órgãos de imprensa local que sigam todas as actividades da Câmara e suas empresas municipais - que são para aí umas 9! - para subsidiar esses mesmos órgãos com dinheiros públicos - e onde fica a liberdade de imprensa no meio disto e a liberdade editorial?

Enfim, são apenas alguns dos exemplos mais marcantes que esta semana surgiram na imprensa. E o que mais se passará por todo este país com 309 municipios e não se sabe?...

2006/06/29

Daisy, 3º aniversário

Hoje a Daisy faz 3 anos. Prenda: bola de ténis gigante! Como o tempo passa...

Pedrada no ambiente!

Ou antes, à pedrada nos fiscais do ministério do ambiente. São assim os nossos políticos. Sempre muito democráticos, 25 de Abril sempre, mas à primeira oportunidade, é à pedrada, à canelada ou de uma outra qualquer forma de incitamento violento que resolvem os assuntos que lhes incomodam.

O mais grave neste caso do Presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, é que ele é também o presidente de todos os presidentes, isto é, preside à Associação Nacional de Municipios Portugueses, uma das mais corporativas, retrogradas e conservadoras instituições portuguesas.

O ambiente é, para a grande e enorme maioria dos políticos, verbo de encher. Desde logo, encher programas eleitorais. Mas não é verbo de executar. Basta analisar os investimentos no ambiente e comparar com o investimento nas obras de "mandato". Basta ver a importancia que dão aos planos de ordenamento do território, quase todos de princiipios e meados dos anos 90 (e entretanto caducados, perante a lei que estabelece uma vigência de 10 anos para os PDM's) e mesmo assim executados sob a ameaça de ser fechada a torneira dos fundos comunitários aos municipios que não os aprovassem até 1995 ou 96, já não me recordo. Basta ver quantos municipios têm um Plano Municipal do Ambiente (isto é, que seguem a chamada "Agenda 21") ou quantos se certificaram ambientalmente...

De facto, o ambiente nas autarquias tem 3 funções: tratar dos jardins, tratar das florestas e tratar das águas e do saneamento. Sendo que esta última em quase todo o território está na esfera do direito privado através de empresas municipais, que com mais pessoal, mais gastos, mais administradores e menos fiscalização fazem aquilo que os municipios sempre fizeram!

O ambiente em Portugal é, na verdade, uma merda! O ambiente político, claro, mas o verdadeiro para lá caminha...

2006/06/27

DeutshChronik.7

Com as nossas adeptas, que depois da gigantesca bandeira humana antes do mundial, vestem agora assim a nossa camisola, meus caros amigos, já somos os principais favoritos à vitória!

Obrigado ao Renato do Observador Cósmico por me disponibilizar esta imagem do seu imenso acervo de amigas e adeptas de futebol. Só nós, portistas, é que entendemos isto...

Balelas...

Ontem e hoje ainda faz eco a noticia que a ínternet de banda larga já chega a todo o país. Balelas propagandisticas...

Que a PT tenha o território nacional todo coberto por centrais telefónicas digitais que permitam aceder à ADSL, até me acredito.

Que todos possam ter ADSL, sei que não é verdade!

Alguns, depois de contactados pela PT para comprarem pacotes do Sapo ADSL, após pedirem a activação do mesmo, receberam como resposta a informação que já não havia linhas na central para fornecer o serviço! Ficaram com o pacote e sem a ADSL...

Outros, muitos mais provavelmente, não têm ADSL (nem Sapo, nem Clix, nem outra qualquer) porque ou residem a distancias grandes da central digital (o que diminui a qualidade do sinal de ADSL e não permite fornecer o serviço) ou, muito mais grave, simplesmente não podem receber o serviço porque os cabos que ligam a central a casa são velhos e de fraca qualidade! Mas não é por isso que pagam menos de assinatura...

Enfim, este é um país de treta e da treta! De treta porque todos têm muita treta mas poucos fazem alguma coisa. Da treta pelos mesmos motivos... Já lá cantavam os GNR em principios dos oitenta: quero ver Portugal na CEE! O pior é que mesmo já lá estando, eu continuo a querer ver lá Portugal pois parece-me que ainda estamos mais próximos de Marrocos do que de Espanha...

DeutshChronik.6

O cinismo italiano ao seu máximo expoente. Depois de um jogo fraco, pelo que li, abusando do seu "catenaccio" e domando dessa forma os fisicamente poderosos australianos, com um penalti que não existiu a 10 segundos do final da compensação dada pelo árbitro, marcaram e enviaram a selecção australiana de volta para casa (Inglaterra, portanto...) e seguem em frente neste mundial de fracos jogos e mais fracas ainda arbitragens.

Hoje joga o Brasil, também ele sem mostrar ainda a chama que nos toca a todos do futebol espectáculo. Mas se pensarmos bem, desde há muito que o Brasil submeteu-se à ditadura do resultado e apenas nos dá vislumbres de espectáculo em pequenas doses servidas aqui e ali por executantes de craveira técnica acima da média mas sempre e constantemente manietados tacticamente por Parreiras e Scolaris nos últimos mundiais, este incluído.

2006/06/26

DeutshChronik.5

Sofrer, sofrer muito, parece ser a nossa sina!

Foi quase dramático hoje, com expulsões e incerteza até ao fim. Logo no inicio do jogo, a lesão do Ronaldo que se percebeu ser grave, apesar do seu esforço por mais de 20 minutos para se manter em campo. As lágrimas que lhe saiam dos olhos eram as lágrimas que nos atormentavam desde logo o sofrimento que este jogo ia ser.

Depois o golo do Maniche, o melhor em campo e num crescendo de forma que está a fazer-me lembrar o "velho" Maniche de 2004, o melhor jogador do Euro2004 (mesmo que a UEFA não o tenha nomeado a ele) e que é o nosso pulmão.

O desacerto do Costinha, fruto da falta de ritmo e de minutos nas pernas nesta época, com três faltas desnecessárias a meio campo, todas elas para amarelo. O único erro que aponto hoje ao Scolari: não o substituiu imediatamente na 2ª falta que o árbitro, já aí desorientado, deixou passar em branco. Minutos depois, foi expulso - e esta critica vem já do facto de o ter convocado, está bom de ver...

Depois, a falta de fair-play dos holandeses - desde as entradas maldosas ao Ronaldo logo nos primeiros minutos, passando pelos protestos constantes dos jogadores e pelos empurrões aos nossos jogadores e culminando na não devolução da bola num lance que daria o 1º amarelo do Deco (e até podia ter sido vermelho) que estragou o resto do jogo.

Por último, o próprio árbitro, ao nível do pior que vemos nos nossos relvados. E mesmo que no final o presidente da FIFA, Joseph Blatter, tenha vindo criticar a actuação, coisa inédita e inaudita no dirigismo ao mais alto nível, tal não vem descartar a responsabilidade da FIFA e do seu presidente na escolha dos árbitros, dos critérios para a amostragem de cartões que tem pressionado os árbitros a implementar, na recusa das novas tecnologias para auxiliar os árbitros nas tomadas de decisão durante o jogo, etc.

De resto, fica-me do jogo a ideia de uma entrega enorme dos nossos jogadores, da coreecta substituição do Pauleta para a entrada do Petit, mantendo os 2 alas mais rápidos na equipa, o que segurou mais defesas e impediu que os laterais subissem muito no apoio ao ataque holandês. Ficou um jogo cheio de emoções, de palpitações e de excitações...

E ficou, claro, a nossa vitória por 1-0! Que era o mais importante, afinal de contas... E sábado que vem, às 16h00, lá estarei eu na casa da Sara, no mesmo sofá, com a mesma camisola e a assitir ao jogo contra a Inglaterra que nos poderá abrir as portas das meias finais...

2006/06/23

O Parlamento descentralizou-se...

...e veio ao terreno conhecer os problemas e a realidade do dia a dia.
Coisa rara, nos tempos que correm...

Mas mesmo assim, muito mal publicitado, não fosse o Emidio Guerreiro ter-me feito chegar hoje um email com o conteúdo da visita à Covilhã e Guimarães da Comissão de Assuntos Económicos, Invovação e Desenvolvimento Regional, Grupo de Trabalho do Sector Textil, e eu não saberia por nenhum jornal local, regional ou nacional ou pelas rádios desta excelente inciativa, conforme podemos perceber pelo programa abaixo:

Audição e Visita Parlamentar à Região de Beira Interior e Minho

Dia 25 de Junho
Partida ao fim da tarde para a Covilhã

Dia 26 de Junho

8.30 h – 9.30 h Visita a uma empresa na Região - PAULO OLIVEIRA
10.00 h – 11.00 h Universidade da Beira Interior (UBI) – Departamento Têxtil
11.00 h - 12.30 h UBI – Sessão Pública - Encontro com agentes do sector
12.30 h - 13.15 h Almoço

13.15 h - 17.00 h Deslocação para Vale do Ave
17.00 h - 17.30 h Visita a empresa da Região - RIOPELE
18.00 h – 18.30 h Universidade do Minho (Guimarães) – Departamento Têxtil

Dia 27 de Junho

Audição Parlamentar na Universidade do Minho (Guimarães)

9.15 h - 9.30 h Abertura da Audição

1º Painel - “Enquadramento do Têxtil e do Vestuário - Estratégias e desafios”
(Produção, Certificação Ambiental, Comercialização, Qualificação dos recursos humanos)

9.30 h – 10.15 h Intervenções : Professores / Investigadores Universidade do Minho e Universidade da Beira Interior
10.15 h - 11.00 h Experiências Empresariais:
- Empresa têxtil certificada – NATURA PURA
- Empresa têxtil tradicional - DIELMAR
11,00 h – 13.00 h – Debate
13.00 h – 13.20 h – Conclusões ( 5 minutos para cada Grupo Parlamentar )
13,30 h - 14.30 h - Almoço

2º Painel - “Como subir no valor acrescentado?”
(Têxteis Técnicos, Inovação e Competitividade, Marca e Design, Certificação de Qualidade)

14,30 h – 15.15 h - Intervenções – Professor / Investigador Universidade da Beira Interior e Universidade do Minho

15.15 h – 16.00 h – Experiências Empresariais :
- Empresa têxtil tecnológico - FAPOMED
- Empresa têxtil Marca - JVA

16,00 h – 18.00 h – Debate
18,00 h - Conclusões ( 5 minutos para cada Grupo Parlamentar )
Encerramento

2006/06/22

DeutshChronik.4

Hoje quase não falo eu. Fala o Carlos Ferro, reporter do Diário de Noticias por mim. Acrescento apenas um comentário meu no final.

"Os gestos de contentamento de Luiz Felipe Scolari no relvado do Arena AufSchalke após o encontro com o México (vitória de Portugal por 2-1) foram a imagem perfeita do alívio que técnico deve ter sentido pelo final de um desafio onde a selecção cumpriu 60 minutos penosos.

Mesmo sem brilhar no campo - sentiram-se bastante as ausências de Costinha, Deco e Cristiano Ronaldo -, a equipa garantiu o primeiro lugar no grupo D, jogando agora os oitavos- -de-final às 21.00 de domingo (20.00 em Lisboa) em Nuremberga, com o segundo colocado do grupo C.

E o treinador tinha motivos para os festejos, pois a equipa que dirige só esteve verdadeiramente em campo durante os primeiros 30 minutos. Nesse período, Portugal ganhou vantagem no marcador - Maniche (6 minutos) e Simão Sabrosa (24, de grande penalidade) - e chegou a dar a ideia que poderia ter uma tarde tranquila.

Puro engano. O golo de José Fonseca, aos 29 minutos, marcou o início de um final de jornada bastante difícil para a selecção. Que mesmo a jogar contra dez (expulsão de Luis Perez, 61), não conseguiu impor-se frente a um México batalhador e que transformou Ricardo num dos homens da tarde.

Cumprindo a estratégia explicada na terça-feira, Scolari colocou no onze titular Caneira, Petit, Tiago, Simão e Postiga no lugar de Nuno Valente, Costinha, Deco, Cristiano Ronaldo e Pauleta, os cinco com cartão amarelo e que não poderiam ver outro, pois ficariam impedidos de jogar no domingo.

A equipa portuguesa conseguiu resistir à pressão inicial dos jogadores adversários, embalados pelos mais de 40 mil mexicanos que estavam nas bancadas, e até soube cumprir no relvado uma das várias indicações de Scolari: jogar rápido na transição da defesa para o ataque. Lance, aliás, que originou o primeiro golo de Portugal: Simão ganhou vantagem aos adversários pela esquerda e centrou para a área onde Maniche, à vontade, marcou.

Foi o mote para se ouvir os cerca de dez mil portugueses que estavam num topo do estádio submergidos por uma onda verde e branca. Os mexicanos - antes do encontro tinham efectuado uma grande festa nos acessos ao recinto, e mesmo dentro do Arena AufSchalke só se ouviam os seus cânticos - ficaram muito mais calmos e assim continuaram até ao tal minuto 29.

Ausências e novo recorde

A partir do golo de José Fonseca, Portugal perdeu o controlo do desafio e começou também a sentir a falta de Costinha no meio-campo defensivo. Tal como a de Deco na organização do jogo. Sem a cobertura destes dois elementos, a defesa passou por momentos de aflição, até porque os mexicanos conquistaram espaços para rematar. Petit e Tiago não estiveram bem na marcação aos médios adversários e até Figo não mostrou o nível exibicional dos jogos com Angola e Irão.

Aos portugueses, sem capacidade para aproveitar o facto de terem estado 30 minutos a jogar com mais um elemento, valeu o pouco acerto do México na finalização - até uma grande penalidade falhou, aos 56 minutos, por mão de Miguel.

Na soma de todos estes factores está a explicação para a má exibição de Portugal, que foi reconhecida por Scolari no final do desafio quando apenas elogiou os primeiros 30 minutos da equipa - "actuação impecável", frisou o técnico que somou ontem a décima vitória consecutiva em fases finais de mundiais.

Deste jogo ficam algumas lições para o futuro: Costinha, Deco e Cristiano Ronaldo fazem muita falta à equipa e Hélder Postiga desperdiçou a oportunidade que lhe foi dada. "


Deste jogo também tirei uma conclusão mais: que o seleccionador pode ter um grupo unido mas não tem um bom plantel e não sabe gerir um jogo a partir do banco. No momento da substituição Postiga-Nuno Gomes, um bom treinador tinha arriscado um 442 em vez de manter o 433. É que dessa forma segurava mais defesas do adversário e tinha, no minimo, igualdade de jogadores no meio campo, o que daria o controlo do jogo. Ao substituir jogadores sem alteração táctica que tira partido da vantagem numérica, expos a equipa ao adversário, como sucedeu ontem e apenas a boa estrela que o acompanha nos salvou de uma humilhação de um empate (ou pior, quem sabe?) contra 10 mexicanos...

Continuo pessimista!

NOTA - Afinal, ontem não fez "bluff" e tirou mesmo os amarelados. Reconheço isso como uma boa atitude de gestão do plantel, a 1ª em muito tempo... E o meu prognóstico quase era certo, fiquei a um penalti falhado de acertar!

2006/06/21

E para hoje?

Hoje haverá mais um jogo da selecção do Scolari. Parece que vai substituir todos os amarelados, 5 no total, mas tenho para mim que isso é "bluff"! Acredito que possa tirar o Deco, ainda algo delibitado fisicamente, ou o Costinha, que ainda não aguenta um jogo inteiro. Mas os outros... Se bem me lembro do que ele fez há quatro anos atrás, não houve grandes do Brasil no 3º jogo mesmo já qualificado para os oitavos de final. Não sei, o gaúcho até pode ter falado verdade, mas como tenho sempre a pulga atrás da orelha com ele...

O meu prognóstico para hoje: empate.

2006/06/20

Geração Heidi

Ou geração dos setenta!

Descobri, via Nuno Markl, este site, que apresenta coisas que a minha geração, nascida nos anos 70, viu e cresceu com elas, como os desenhos animados do Vasco Granja, esse comunista que andou anos a impigirnos desenhos animados russos e checos como a última maravilha do mundo quando todos nós queriamos era ver a "pantera cor-de-rosa", ou os "kalkitos", ou o "dartacão", ou o "era uma vez...", ou o "Marco" ou a "Heidi" ou o "Tom Sawyer"...

Quando surgiu o ZX Spectrum. Os cartuchos e depois as cassetes. O video VHS (ou o Beta) no Mundial de 86. As aventuras do Naranjito no Mundial de 82 em Espanha.

Aliás, ainda há pouco tempo me mandaram um e-mail a lembrar isso mesmo, chamado "Para ti que nasceste antes de 1986":

"Nascidos antes de 1986

De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípio de 80 não devíamos ter sobrevivido até hoje porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamento com tampas "à prova de crianças", nem fechos nos armários, e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Mexíamos nos detergentes, e alguns até beberam petróleo na casa da avó. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos nem airbags - viajar
à frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Brincávamos com baloiços de madeira e o chão era empedrado. Eu até conheço um amigo nosso que tem uma cicatriz, porque levou com um baloiço na cabeça.

Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado ou numa parede. Aprendíamos.
Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. Não tínhamos Play Station, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos à rua. Eles estavam sempre ali. Jogávamos à bola e ao pião. À redondela, ao alho e ao funcho. Jogávamos a bola até doer! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos às portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados (alguns eram). Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, eles estavam do lado da lei. Jogávamos à lerpa e bebíamos, ganhava sempre o mesmo e depois levava umas mocadas.
A maioria dos estudantes que estão nas universidades hoje nasceu depois de 1986...chamam-se jovens. Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl conhecem de westlife e não Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname. A SIDA sempre existiu. Os CDs sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um dia deus da dança. Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:



1.. Entendes o que está escrito acima e sorris
2.. Precisas de dormir mais depois de uma noitada
3.. Os teus amigos estão casados
4.. Surpreende-te ver crianças tão à vontade com computadores
5.. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis
6.. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez)
7.. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos
8.. Vais encaminhar este e mail para outros amigos porque achas que vão gostar.



SIM, ESTÁS A FICAR VELHO!!!"

2006/06/18

Trabalho sobre Cidade e Democracia (Guimarães) já está on-line

Conforme prometido, já deixei on-line o meu trabalho sobre Guimarães, incluíndo os anexos (cartazes) e o relatório.

Ver mais abaixo no post do dia 13 de Junho "Cidade e Democracia - o verdadeiro trabalho de Guimarães" onde estão os links para os ficheiros em PDF.

DeutshChronik.3

Portugal desta vez já se mostrou muito melhor, acima de tudo graças à entrada do Deco na equipa. Que diferença quando ataca, esclarecido, com ideias, pautado e ritmado pelas aberturas e arrancadas e pequenas fintas que ganham metros e descobrem espaços. Mas também quando defende, pois o Deco pressiona muito e bem na zona alta, levando o defesa ao erro e ganhando bolas dessa forma. O Cristiano melhorou, não sei se graças ao Deco ao à Merche, mas esteve mais irreverente e diabólico do que no jogo anterior. O Figo voltou a estar em bom plano, mas não se evidenciou tanto pois não precisou de ser apenas ele a levar às costas a equipa.

No entanto, defensivamente, continuo muito apreensivo. O Miguel sobe muito mas perde muitas bolas que originam contra-ataques constantes. E isso acontece porque quem deveria compensar, o trinco e o central, não estão em condições disso - ou devido à forma fisica do trinco ou devido à má forma do central (ou à sua qualidade ser inferior à do Jorge Andrade). E se até agora isso não nos valeu nenhum golo sofrido, continuo a temer que contra equipas mais fortes e com atacantes de maior valia isso nos venha a trazer alguns dissabores!

Já o Brasil é que está a ser uma desilusão total. Muito lento, muito afunilado ao centro, vazio de ideias. A jogar em 4-2-2-2 sem pontas, a equipa fica dependente do génio dos dois médios ofensivos (Kaká e Ronaldinho) e da inspiração dos dois pontas de lança (Ronaldo e Adriano) e até agora apenas Kaká tem sido de uma classe extra. Para além disso, com o Roberto Carlos sempre a pensar no ataque, o Zé Roberto e o Emerson têm de compensar constantemente a falta deste na defesa e ainda a pouca cobertura e apoio defensivo que os 4 da frente dão. Desilução, por isso, até ao momento...