2010/03/16

Uma troca

Ao que este país e Governo chegaram.

Já não são apenas as instituições que não têm credibilidade, porque quando uma voz-off anuncia o primeiro-ministro José Trocas-te, como é apelidado no programa Contra Informação, já nada mais resta que não seja o ridiculo da situação.



Cada vez mais o slogan do Inimigo Público se adapta a Portugal: não aconteceu mas podia ter acontecido...

2010/03/15

F1 - GP1 - Bahrain



Uma dobradinha da Ferrari para começar em grande. Infelizmente o piloto principal é espanhol - mas para quem teve que levar e gostar de um alemão durante 5 anos, engolir com um espanhol agora é um caramelo da "Viuda Solano"...

Acima de tudo, e pelo arranque com o 2º e 3º posto da linha de partida e a dobradinha na corrida, parece-me que este vai ser mais um ano dos tiffosi, onde muitas vitórias e o titulo são o objectivo.

Leituras [51] - Fúria Divina, de José Rodrigues dos Santos



Terminei este fim de semana a (rápida, comecei a 28 de Fevereiro) leitura do ultimo livro do José Rodrigues dos Santos, onde o seu "herói" Tomás Noronha enfrenta a ameaça (real, diga-se de passagem!) da Al-Qaeda em obter e detonar uma bomba atómica.

Mas acima de tudo é uma leitura muito interessante por nos dar a conhecer as reais motivações dos extremistas árabes, mas tambem dos arábes menos radicais e das diferenças que separam culturalmente os arabes da nossa civilização ocidental.

Mais do que uma leitura agradável, uma reflexão sobre o nosso mundo moderno e as diferenças culturais e civilizacionais entre os povos que o habitam.

A ler, com urgência.

Sinopse
"Uma mensagem secreta da Al-Qaeda faz soar as campainhas de alarme em Washington. Seduzido por uma bela operacional da CIA, o historiador e criptanalista português Tomás Noronha é confrontado em Veneza com uma estranha cifra.
Ahmed é um menino egípcio a quem o mullah Saad ensina na mesquita o carácter pacífico e indulgente do islão. Mas nas aulas da madrassa aparece um novo professor com um islão diferente, agressivo e intolerante. O mullah e o novo professor digladiam-se por Ahmed e o menino irá fazer uma escolha que nos transporta ao maior pesadelo do nosso tempo.

E se a Al-Qaeda tem a bomba atómica?

Baseando-se em informações verídicas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra surpreendente como o mestre dos grandes temas contemporâneos. Mais do que um empolgante romance, Fúria Divina é um impressionante guia que nos orienta pelo labirinto do mundo e nos revela os tempos em que vivemos."

Lei da rolha?

Foi um fim de semana animado entre os "laranjas", com um congresso que, apesar de não electivo, teve um certo cheirinho aos velhos tempos.

Mas depois de Passos Coelho ter sido desastroso no final com a tentativa de colagem de Jardim a Sócrates e uma versão do "perdoa-me" que saiu sem sentido e muito mal, perdendo ou hipotecando aí boa parte dos apoios que tinha (e perdendo claramente os votos da Madeira) vir no final com a "lei da rolha" é, no mínimo, desastroso.

Os primeiros sinais já se fazem sentir, com comentários que como "norma estalinista" ou "lei da rolha" a esta norma populista primária que prevê expulsão de críticos das direcções. Não faz sentido num partido democrático.

Confirma-se o que eu costumo dizer, este não é o meu PSD, razão porque saí dele quando a dupla Menezes-Rodrigues assumiu a conduta do PSD-JSD e cada vez me revejo mais distante dele...

2010/03/10

5?

Bolas. Não estava à espera disto. Quer dizer, de tantos, porque já esperava perder e ser eliminado, mas não da forma como ontem aconteceu.

Erros vários, a começar nos tácticos, comprovando que com este treinador entramos muitos jogos a perder devido às más opções tácticas.

Lançar o Nuno André Coelho, que tinha 2 jogos pelo FC Porto esta época, um a defesa direito e outro a central (que é a sua posição) como trinco num jogo destes é de uma irresponsabilidade absoluta. Não lembrava a ninguém, mas tal como no filme de Alice no País das Maravilhas, o Jesualdo é como o Coelho, tira sempre algo surreal da cartola!

Depois, erros dos jogadores. Falhas de marcação básicas e passes errados em zona proibida, foram montes, quase todos a darem origem aos golos do Arsenal. Nem pareciam jogadores rotinados e habituados a estas andanças (porque a defesa, com excepção do Alvaro Pereira, é a mesma desde Agosto de 2008) e que mostraram muitas vezes que são capazes de fazer muito mais e muito melhor!

Por último, o erro de casting no plantel, que desde o principio da época se apresenta com apenas um trinco (Fernando) e durante uns meses com outro que nunca foi opção para o treinador até ser dispensado recentemente. Não é possivel conceber uma época inteira com apenas 1 trinco, não faz sentido e não é normal.

Agora resta enterrar os mortos e tratar dos vivos. Que é como quem diz, enterrar o treinador de vez e encontrar o novo homem do leme para a próxima época. E já, porque é importante começar hoje a preparar o próximo ano...

2010/03/06

20 anos de Público



Lembro-me bem. Fez ontem 20 anos, sei que comprei a edição número 1 do Público. Que, aos meus 17 anos, passou a ser o "meu" jornal de referência. Como foi a revista "Kapa" ou o semanário "Expresso" e não o "Independente" que achava demasiado conotado com uma corrente populista que não me agradava.

Cresci a ler o Público e ainda hoje, quando em Portugal, é o meu jornal de eleição. Apesar do recente "i" ser hoje uma lufada de ar fresco como foi o Público no panorama da imprensa diária de então.



Parabéns, Público.

2010/03/05

Fim de semana...

Porque hoje é dia de pagamento aos funcionários nacionais, só se trabalhou de manhã. Porque hoje é dia de pagamento aos funcionários nacionais, não se vai trabalhar amanhã. Porque na segunda-feira é feriado em Angola, dia da Mulher Africana, voltamos a nos encontrar num blog perto da internet na próxima terça-feira, muito provavelmente...

2010/03/01

O sonho...

...morreu. O tetra foi bom, o penta já não será...

Jesualdo, adeus! Domingos, o bom filho à casa torna...

2010/02/28

Leituras [50] - O Simbolo Perdido, de Dan Brown



Terminei hoje de ler o mais recente livro do Dan Brown que é, para mim, o mais fraco de todos os que até agora publicou. Dentro da saga de Robert Langdon e a Igreja, desta vez a aventura passa-se nos EUA e gira em torno da maçonaria (e da sua profunda ligação à Igreja) e aos mistérios que transporta.

Não é, ao contrário de Fortaleza Digital ou Anjos e Demónios, uma história cativante de tirar a respiração. Nem tem, como no Códogo Da Vinci ou nos Anjos e Demónios, a história das artes como base da história.

Desiludiu-me este livro. Será a cedência do autor à comercialização, terá acabado a inspiração ou terá, simplesmente, corrido menos bem? Aguardemos por nova história...

Sinopse:
"Doze horas alucinantes!
O leitor mergulha mais uma vez num mundo de misticismo, sociedades secretas e locais escondidos de uma Washington pouco reconhecida. O que esconde, afinal, a Chave de Salomão? Que mensagens secretas estão codificadas nesse livro misterioso?
Robert Langdon, o professor de Harvard especialista em Simbologia, tem apenas 12 horas para o revelar. É pois o regresso de Dan Brown ao registo que o tornou mundialmente famoso: pictogramas cifrados, mensagens ocultas, símbolos descodificados, "suspense" e acção a um ritmo vertiginoso."

2010/02/27

BNA (44): Actualização

Com os materiais finais a chegarem todas as semanas, de Luanda e de Portugal, e com os sub-empreiteiros a trabalharem, começa a notar-se desenvolvimentos na obra.

Chegou iluminação, cozinhas, pedras. Os azulejos da África do Sul voam dia 7 para Luanda e com a sua aplicação permitirão colocar a maior parte da loiça sanitária e concluir colocação de portas. O aço inox segue a bom ritmo, bem como os elevadores. E os trabalhos de apoio aos sul-africanos que estão a montar as portas de segurança também estão quase concluídos, mais 2 semanas e deve estar terminado.






Os trabalhos de inox








As portas de segurança

2010/02/24

Madeira, tão linda que eras...



Cada vez que vejo as imagens do trágico acontecimento na Madeira, onde fui passar uns dias de férias há uns anos atrás, fico perfeitamente aterrado, esmagado, com a proporção dos acontecimentos.

Várias situações parecem-me ter concorrido para que tal acontecesse. Desde logo, a dificil orografia e topografia da ilha. Mas tambem a propensão do Homem em juntar nos locais que são mais propicios a acidentes deste género, que são as bacias dos rios e à beira-mar. E quando juntamos um verdadeiro dilúvio como aquele que ocorreu, precipitação causada por nuvens com mais de 12km de altura, em que numa hora choveu mais que num mês, a tragédia tinha de acontecer.

Pelo que li aqui e ali, já várias vezes ocorreram situações semelhantes ao longo da história - aliás, mal começou a povoação da ilha terá acontecido uma chuvada de proporções semelhantes, algures ali em 1600.

Viver em certos locais implica um risco de sofrer certos acidentes. Viver na Califórnia implica esperar por grande terramoto a qualquer momento. Viver em certos locais da India implica esperar por grandes monções em certos anos. Viver nos países do circulo polar artico implica esperar por temperaturas exageradamente baixas de vez em quando, como viver nos desertos do equador signifca receber temperaturas exageradamente altas. A natureza não é controlável - apenas algumas situações poderão ser minoradas, mas mesmo assim, quando tem de acontecer, nada há mais a fazer que cuidar dos vivos, limpar e re-construir novamente.

Tão linda que eras... tal e qual como vais voltar a ser, tenho a certeza!

2010/02/19

Boys, boys, boys...



Já nem há palavras para o que se passou por Portugal com o Governo e membros do PS nestes últimos tempos e que o Sol tem vindo a revelar semanalmente. Usando palavras do Paulo Penedos transcritas hoje no Sol, "é um bocado pornográfico"!

E pornografia por pornografia, prefiro bem mais o video da Sabrina, que tanto animou a adolescencia da minha geração, que é tambem a geração destes "Boys.2"...

2010/02/18

Grande!

O Rubén Micael é mesmo grande contratação, um grande jogador.



E se o FC Porto passar aos quartos de final muito o deverá ao jogo que ele ontem fez. Quase se pagou ontem, um mês depois de ter sido contratado...

2010/02/16

Maradona, by Kusturica



Hoje de manhã vi, por acaso, o filme-documentário que Emir Kusturica realizou sobre o semi-Deus argentino, Diego Armando Maradona.

Mais do que o jogador, que acompanhei e habituei-me a ver os seus prodígios, a sua magia, dentro dos relvados, vi o homem que subiu ao estrelato desde um bairro de lata nos arredores de Buenos Aires até à queda do anjo nos abismos do dopping, da cocaína e do álcool.

Como disse Maradona num determinado momento: "se não existisse a cocaina, que jogador fantástico teria eu sido, poderia ter feito muito mais!" E mesmo assim, fez golos soberbos, passes incríveis, fintas impressionantes.

Para mim, possivelmente para a minha geração, o melhor de sempre. Tenho pena de nunca o ter visto jogar, mas infelizmente nunca se cruzou com o meu FC Porto.

Para recordar, o melhor golo dele, na sua carreira, contra a Inglaterra no Mundial do México em 1986. Fantástico. 12 segundos de pura magia apenas ao alcance de um semi-Deus, com direito a igreja e tudo - sim, na Argentina existe a Igreja Maradoniana...

2010/02/13

BNA (43): Primeiro mês de trabalhos do ano

Faz na próxima semana um mês que recomeçamos os trabalhos e, como têm percebido pelos posts, com muitas interrupções e este fim de semana é mais outra. Depois de paragens por causa do CAN e por causa do feriado de 4 de Fevereiro, agora o Carnaval impõe nova "quase" paragem.

Enfim, é o ritmo possível.

Em todo o caso, tem havido alguns progressos.

A firma sul-africana que instala portas e janelas de segurança está na obra, acompanhada por uma equipa de trolhas e cimenteiros que tive de montar novamente para o efeito e liderada por um expatriado que tive de ir ao Sumbe buscar - esta obra há muito que ultrapassou a fase de "trolhices" e por isso este desfasamento da entrada desses equipamentos implicou alguma ginástica nesse sentido. Agora, estamos a betonar janelas e portas de segurança no interior e a fazer remates de rebocos nos muros em redor de portões e torniquetes.







A nossa sub-empreiteira Martinox também já recomeçou os trabalhos e estivemos já a ensaiar a colocação do capeamento da varanda principal. Julgo que na próxima semana vamos ter isso concluído, o aspecto geral da obra, para a rua principal, será completamente diferente, pelo menos, o aspecto promete:




Ainda no exterior, estamos já a trabalhar na calçada da entrada principal (que substitui uns mosaicos banais que estava previsto), começando pela cama de areia, pelo assentamento das fiadas de pedra, levando uma cobertura de traço seco e sendo calcado com a placa compactadora no final. Fica só a faltar uma ligeira lixadela na pedra de forma a regularizar a mesma, ficando mais lisa a sua superfície (mas não polida, pois sendo exterior poderia causar quedas):







Na zona posterior o arruamento de estacionamento está quase concluído e os passeios estão a sofrer os últimos remates. As portas de madeira estão quase acabadas e as pinturas das grades da casa dos geradores também, ficando só a faltar a pintura final dos muros e paredes. Para além disso o tanque do gasóleo está tratado, pintado e colocado no seu local final, estando em execução um pequeno canal de ligação entre o depósito e a casa dos geradores para passagem futura da tubagem:






Mas no interior também há novidades. O piso 5 está completamente pintado e envernizado, pelo que tendo chegado esta semana a primeira carrada de iluminação e aparelhagem de comando electrico, e sabendo que a CLEAR está a chegar à obra, espero que no final do próximo mês possa ter esse piso e o piso 4 praticamente concluídos, até porque tambem os mosaicos (tipo pastilha) que veem da Africa do Sul estão a chegar:



Cala a boca, pô!

Há gente que não sabe estar calada! Este senhor, depois de ter tido uma grande equipa nas mãos (que não queria usar por não ter sido ele a construir e descobrir esses jogadores) e conseguir perder a final em casa e depois de ter feito um Euro2008 vergonhoso, depois de não ter rejuvenescido e reconstruído a equipa, antes preferindo usar até à exaustão alguns "velhos" elementos, depois de tudo isto, vem dizer que após o Euro2004 e o Mundial20006 (passando por cima do vergonhoso Euro2008) Portugal tem equipa para ficar nos 4 primeiros...

E alguém lhe perguntou alguma coisa? Vá lá prós confins da Ásia e deixe Portugal em paz e sossego. Não conseguiu nada, como todos os outros anteriores. Desperdiçou as melhores condições que alguém teve, muito superiores a qualquer outro dos anteriores. E vem mandar postas agora a exigir de uma "nova" selecção ainda com problemas por resolver em posições chave que faça melhor do que ele fez.

Este senhor consegue enervar-me cada vez que abre a boca. Por isso o melhor que podia fazer era ter o dedo sempre nesse sitio: silêncio...

É que antigamente, pensava que era só burro. Agora, começo a duvidar da seriedade e sanidade mental deste senhor...

2010/02/12

O Polvo ao Sol



Cada um tem o Nixon que merece! O nosso, é mais do género "Chavez"... Sem mais palavras, já bastam os tentáculos...

2010/02/10

Tostas mist(ic)as



Ora aí está uma boa noticia num jornal para se esquecer as amarguras da vida, mostrando que há muito mais para lá do Orçamento de Estado...

Um roteiro sobre tostas mistas! Algumas das quais, pelo visto, de tão elaboradas que são, já se assemelham mais a misticas do que mistas...

Por mim, pode sair já uma com um ovo estrelado no meio e um pouco de maionese, coberta de queijo e gratinada...

2010/02/08

Leituras [49] - Guerreiro de Roma - Fogo a Oriente, de Harry Sidebottom



Não foi pelo sacrifício de ter custado a ler, porque não foi o caso, que demorei um pouco mais de tempo a ler este livro. Foi mesmo porque pelo meio meteram-se as férias em Portugal (um mês) onde não li de todo e ainda estes dias têm sido tão ocupados que à noite nem me apetece ler de tão cansado que por vezes me deito - e verdade seja dita, às vezes já vou a dormir em "piloto automático" do sofá para a cama...

Mas, seja como for, ontem à noite terminei a leitura das aventuras de um general nórdico, Marco Clódio Balista, filho de Isangrim, em terras de transição do oriente e do ocidente, na imaginária cidade fortificada de Arete, onde foi organizar a defesa da cidade contra os persas cujo ataque era iminente. Mas também contra a própria cidade que nos seus diversos quadrantes sociais não aceitou facilmente a chegada do "bárbaro" para (des)mandar naquele ermo local, o mais oriental, do Império Romano do séc III-IV d.C. e que pouco tempo depois acabaria por ser dividido em 2, do Ocidente e do Oriente, com enormes e brutais consequências religiosas, artísticas e culturais que ainda hoje se reflectem na nossa sociedade moderna, como é sabido.

A história é interessante e bem concebida, mas julgo que a tradução do livro não terá feito justiça à versão inglesa e que por isso às vezes perdemo-nos em frases que não parecem bem "talhadas" em relação aos acontecimentos que se desenrolam. E são muitos, com intriga palaciana, batalhas, espionagem e todos os condimentos que fazem sucesso nos livros - tudo acompanhado do rigor cientifico que este historiador imprime ao seu romance (nunca nos esqueçamos que é um romance que o autor tenta enquadrar dentro do espírito de uma das mais desconhecidas épocas da história do ocidente e no qual ele é um perito.

É o primeiro livro de uma trilogia. Eu vou comprar os outros quando saírem. A ler.

Sinopse:
"Ano 255 d.C. Assiste-se ao princípio do fim do Império Romano, cuja autoridade e poder são desafiados ao longo de toda a sua fronteira.
A maior ameaça reside na Pérsia, a oriente, onde o Império Sassânida se agiganta como uma força poderosa e ameaçadora.
Aí, a isolada cidadela romana de Arete aguarda a inevitável invasão.
Um homem é enviado para organizar a defesa e aguentar as muralhas em queda.
Um homem cujo nome é sinónimo de guerra: um homem chamado Balista.
Balista é convocado para, sozinho, reunir o exército e a coragem para resistir ao maior inimigo que alguma vez enfrentou o Império.

Esta é a primeira parte de Guerreiro de Roma: um épico de heróis, coragem, império, traição, e, sobretudo, uma história de guerra sangrenta e brutal."

Mas até nisto somos parecidos com a Grécia?



Do JN de 6 de Fevereiro...