2008/10/08

Leituras [33] - O Ladrão de Arte, de Noah Charney



Misturar história da arte com ficção num romance é, de facto, a minha maneira preferida de leitura. Apesar de algo inseguro quanto à forma de desenvolver a história e de por vezes a levar aos tropeções (cheguei a ter de voltar atrás no livro para ter a certeza que não estava a fazer confusão...) é uma leitura engraçada e interessante, própria para o verão que não tivemos ou para o inverno que está a chegar (aí, que aqui em Angola já estamos a entrar na época das chuvas e o calor já começa a apertar).

Sinopse:
"Roma: Na pequena igreja barroca de Santa Giuliana, uma peça de altar desaparece sem deixar rasto a meio da noite.
Paris: Na cave da Society Malevich, a conservadora Geneviéve Delacloche fica chocada ao reparar que o grande tesouro da Sociedade desapareceu, Branco Sobre Branco do Suprematista Kasimir Malevich.

Londres: Na National Gallery of Modern Art, a última aquisição é roubada apenas algumas horas depois de ter sido comprada por mais de seis milhões de libras.

Repleto de detalhes históricos fascinantes, diálogos intrigantes, e um enredo de puxar pela cabeça, este primeiro romance de Noah Charney é sofisticado, elegante, e tão irresistível e multifacetado como uma obra de arte.

“Um primeiro romance muito bem conseguido cheio de bluffs... Charney, um reconhecido perito em crime, preencheu o romance com muitos pormenores intrigantes. Gostei imenso e mal posso esperar por ler mais coisas de Charney.”- PUBLISHING NEWS

“Charney não abusa do seu estatuto para falar sobre aspectos criminosos, e o leitor será recompensado com a aprendizagem de muita coisa sobre História da Arte, especialmente sobre arte icónica. O jogo cerrado dura até ao final. Quem são os ladrões, e quem são os investigadores? O Ladrão de Arte é um quebra-cabeças embrulhado num mistério dentro de um enigma.”- THE BOOK REPORTER"
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