2011/01/07

Castelo de Dover

Como bons portugueses que somos, não nos falta teimosia! E se à primeira não conseguimos ir ao castelo, regressamos esta manhã para ver os túneis secretos usados na 2ª grande guerra, as ruinas romanas do farol, a igreja de St. Mary-in-Castro e o castelo, propriamente dito.

Antes de mais, o preço. Mais de 13 Libras! Bolas...

Primeiro, a visita aos tuneis, que estiveram em utilização até 1984. Começaram a ser construídos por causa das invasões napoleónicas, ampliados na 2ª Grande Guerra e por causa da guerra fria, foram mantidos como refúgio para governantes até esse ano. O que se pode visitar hoje, os dois primeiros niveis, são o hospital e o quartel (se bem que este, por estar em obras, só pode ser visitado a partir de Junho e não o pudemos ver) e o terceiro nível, mais fundo e com apenas um acesso, não é acessível pelo público por esse motivo: só tem uma saída! British...

Depois, o castelo. Nada de especial, quem já foi ao Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, tem um ideia do que aqui pode ver, ou seja, uma série de aposentos de acordo com a época do Castelo, onde se destacam a sala do trono, o quarto real, o quarto dos príncipes, a sala do banquete, a cozinha, a padaria... A principal diferença é que aqui não só somos encorajados a fotografar tudo como ainda está tudo à nossa mão, poderíamos tocar nas coisas se quiséssemos.


O Castelo


O Farol romano


A Igreja de St. Mary-in-Castro e o farol romano


Sala do trono


Quarto real, que tinha anexos onde estava o vestiário, a sala de aulas e uma série de estranhos corredores, sabe-se lá para que finalidade (ou fuga do monarca ou entrada de amantes...)


Quarto dos príncipes


Sala dos banquetes


Vista do porto de Dover (não fosse o diabo do nevoeiro e até se via França)

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